Ponto de vista de Elena Sozinha no quarto desconhecido, sentei na beirada da cama, o contrato ainda em minhas mãos. Meus olhos percorriam os números, as cláusulas, a linguagem jurídica cuidadosamente moldada para me vincular a um homem que eu m*l conhecia. Li tudo uma vez. Duas. Três. Fechei a pasta e soltei um suspiro lento. Aceitar isso significava permanecer perto de Eric. Recusar significava voltar para a incerteza. Nenhuma das escolhas parecia leve. Levantei-me e caminhei até a janela, deixando o silêncio me envolver. Eu não queria pena. Não queria trocar meu corpo ou minha dignidade por sobrevivência. Mark já tinha me ensinado que se vender por conforto sempre acaba do mesmo jeito — sem nada que ainda seja seu. Mas Eric era diferente. Havia algo na sua honestidade, n

