cap 04 então era ele

1103 Palavras
RUSSO Mais uma quarta-feira e eu já tava pronto às plenas oito horas da manhã: confirmaram que eu ia sair pra ala das visitas, então me preparei. Dessa vez, olhei pra André — que me encarava esquisito, parecia um daqueles psicopatas. Esse cara é quem divide a cela comigo: foi preso por não pagar pensão pro filho e por violência doméstica, o caso mais comum no Brasil. André: “Tenho uma visita íntima hoje também. Consegui uma gostosona pra vir aqui.” Eu ri, sem querer render muito assunto com ele. Apesar de dormir do lado dele todo dia, não vou muito com a cara dele — ele insiste em ser meu parceiro, fazer paradas juntos. Mas essa p***a de amizade não funciona comigo: amigo de cu é rola. Meu único amigo cresceu comigo na vida: Fogo é meu parceiro de caminho. Entrei no crime, ele entrou junto. Subi de cargo, ele subiu junto. Virei chefe, ele virou meu braço direito. Muita história pra contar. O policial bateu na grade e eu levantei devagar pra sair. André veio atrás e fomos pro mesmo lugar — ele foi na frente afoito, nervoso. Eu tava tranquilo atrás. André passou na frente da porta de um dos quartos e paralisou, olhando pra dentro. Travou no meio do caminho e só voltou a andar porque o policial deu um empurrão. Cheguei na frente da minha porta e Emily já estava ali. Mas tinha alguma coisa errada. Deixei o policial tirar minha algema e entrei no quarto, fechando a porta atrás de mim. Russo: “E aí…” Eu falei e ela me olhou encolhida num canto — pálida, o rosto todo assustado. Russo: “Qual foi?” Ela pareceu sair do próprio pensamento e me olhou desnorteada. Emily: “Ah, nada.” Ela desviou o olhar e tirou a camisa no automático. Estranhei logo: tem coisa errada nisso aí. Russo: “Ei ei… para aí.” Segurei o braço dela antes que ela tirasse a calça também. Russo: “Me diz qual a parada?” Emily: “Não tem parada nenhuma.” Ela falou suspirando, meio em choque. Russo: “Então porque tu tá toda esquisita? Parece que viu um fantasma.” Eu falei insistindo, e ela negou com a cabeça. Emily: “p***a, não é nada! Eu sou paga, você sabe pra que — e não é pra ficar fofocando da minha vida.” Ela explodiu, e eu ri de lado. Russo: “Tu tá bem atrevida, não tava assim semana passada.”- Eu falei e parei pra pensar um pouquinho. Russo: “Tem a ver com o André?” Emily: “Então é ele mesmo…”- Ela falou quase sem som, mas eu ouvi o sussurro. Russo: “Se tu quiser ir pra casa, pode ir. Tá abalada — não vou te fuder enquanto tu tá com essa cara de assustada e broxante.” Eu falei na moral, e ela negou com a cabeça, se soltando da minha mão que ainda tava no seu braço. Emily: “Eu já tô aqui… tem que aproveitar as horas que faltam.” Ela deu de ombros e tirou a calça, revelando o conjunto de lingerie vermelho — deixou ela gostosa pra c*****o. Russo: “Que isso ein.” Eu me aproximei, mas antes que pudesse tocar nela, suas mãos cravaram no meu peitoral: ela me virou, me empurrou na cama e subiu no meu colo. Beijou meu pescoço e tirou minha camisa num movimento rápido, desceu os beijos devagar — me torturando, fazendo minha respiração acelerar e meu p*u responder ao estímulo. Sem falar nada, ela tirou minha calça também — eu fiquei só de cueca, observando os movimentos dela. Russo: “Gostei dessa tua versão.” Eu falei, e ela riu, amarrando os cabelos se preparando pra me chupar. Apertei sua b***a, e ela sorriu sacana. O olhar dela ainda tava longe, mas agora ela tava focada no que tava fazendo. Eu deveria deixar ela me dar aquele boquete f**a, mas não quis. Hoje não. Por isso, virei ela na cama e apertei seu pescoço enquanto ela mordia o lábio inferior, me olhando com aquela cara de safada. E eu me iludi achando que ela era inocente. p***a. Rasguei seu sutiã com força — ela me olhou surpresa, mas fechou os olhos assim que lambi seu peito. Apertei o outro lado enquanto sugava um, e fiz a mesma coisa do outro lado, ouvindo os suspiros dela baixinhos. Russo: “Hoje eu quero que tu gema pra mim.”- Eu falei, e ela riu sem mostrar os dentes. Rasguei sua calcinha também na p***a — ela me olhou de cara feia. Beijei um pouco abaixo do seu umbigo, e ela contraiu a barriga. Fui descendo devagar, e ela gemeu pela primeira vez quando passei a língua na b****a dela, que tava molhada pra mim. Chupei com força, fazendo ela arquear o corpo na cama e gemer alto. Ela apertou os lençóis e eu continuei meu trabalho, inserindo um dedo, fazendo movimentos de vai e vem. Acrescentei mais um dedo e continuei chupando seu c******s até ela afastar minha cabeça do meio das pernas — tinha gozado, tremendo as pernas. Não dei nem tempo pra respirar e já fui metendo meu p*u na b****a dela encharcada. Ela arranhou minhas costas e rebolou embaixo de mim, gemendo no meu ouvido. p***a, que bom que eu não sou surdo. Peguei suas duas pernas, colocando nos meus ombros, e continuei metendo no fundo — sentindo sua musculatura interna me apertando pra c*****o. Suspirei, sentindo o suor descer pelo meu rosto. Quando tava prestes a gozar, ela me empurrou e ajoelhou na cama, ficando de quatro na minha frente pra chupar meu p*u. Não resisti e gozei forte na boca gostosa dela. Russo: “p***a…” Levantei cansadão e coloquei a cueca que tava perdida pelo chão. Ela nem saiu do lugar, só se jogou na cama do jeito que tava. Me olhei no espelhinho do banheiro e reparei na minha costa — a vagabunda deixou toda arranhada. Emily: “Fogo mandou um negócio pra ti. Tá no bolso da minha calça.” Ela falou sonolenta na mesma posição, e eu ri. Peguei a calça dela no chão e mexi nos bolsos, vendo três cigarros de maconha. Russo: “Como tu entrou com isso aqui, maluca?”-Ela deu de ombros. Emily: “Não me revistaram direito da primeira vez, na segunda foi a mesma coisa. Guardei num lugar que ninguém acharia.” Ela falou, e eu sorri de lado. Russo: “Maconha com tempero de b****a, que delícia.”
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