AMÉLIA Ele continuou sorrindo descaradamente para mim. Era como se estivesse com uma arma carregada pronto para me dar o tiro da misericórdia, estava tentando me desestabilizar diante dos acionistas. Desgraçado, ele não podia estar falando sério. - Ah...esperem... eu concordo a senhorita, foi uma idiotice minha achar que Eleonor não teria direitos, uma mulher que mandou a herdeira e único amor do fundador mais respeitado Sr. Petrov com certeza merece um lugar ao sol! - ele continuava em sua tentativa de descredibilizar a minha tia, e com razão, jogava aquilo na cara dela. Porém, isso pintava ele de bom moço... coisa que ele não era de jeito nenhum. - Desculpe querida! - ele disse pertinho do meu rosto - Não sou sua querida - Iuri nos observava, ele estava me avaliando como sempre.- m

