Capítulo 135

1823 Palavras

Caveira narrando Já tava tudo esquematizado. Eu deixei meus seguranças avisados: qualquer p**a que tentasse se criar, era pra dar um apavoro na hora. Não queria gracinha, não queria desrespeito, muito menos palhaçada em praça com criança por perto. Ordem era direta. E foi por isso que, quando aquela magrinha gritou fazendo graça pra cima de mim, os moleques já foram pra cima sem nem precisar de olhar meu. Fingi que nem vi. Continuei ali, firme, jogando bola com os três. Heitor, Gael e Matteo. Três moleques de sangue diferente, de mães diferentes, de histórias que nunca deviam ter se cruzado, aliás, até deveriam, mas com as consequências de tudo, talvez nunca se cruzassem, mas agora estavam ali, juntos, no meio da quadra, se olhando como se fossem do mesmo ventre. Era isso que mais me

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