XVII

1093 Palavras

Antonella estava sentada no banco da frente com algum motorista com uma caveira tatuada na cabeça raspada. Jamile ia atrás amarrada com uma arma apontada para a cabeça. Matheo ela pensava. Ainda a pouco estava com ele, fazendo amor, ainda sentia o ardor no corpo, o cheiro amadeirado do perfume dele. As mãos calejadas. E agora estava ali. e tudo o que tinha que fazer era confiar e esperar. - Gostei do seu corte novo de cabelo, - Antonella virou para trás, o sorriso largo de batom vermelho. - Meus amigos vão gostar. Os amigos... Ela seria levada para o covil dos Hermanos, que já não eram tão Hermanos assim, já que só estavam vivos o filho e dois netos, o resto Matheo deu conta. Jamile sustentou o olhar da outra com ódio suficiente para explodir uma casa. - Ainda dói? - Jamile perguntou.

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