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1142 Palavras

Jamile já não tinha mais noção das horas, sabia que chegara ali no final da tarde, mas agora completamente no escuro, ouvindo muito de vez em quando passos, podia ter se passado horas. Ela estava encolhida, o frio entrava por todas as brechas possíveis. Ela agora era caçada, e em breve mais viriam, a não ser que ela acabasse com tudo, ou quê Matheo...Não, Andreas foi direto quando disse o que ela era para ele. Um objeto, sem valor. - Droga Jamile. - Ela fungou. - Quando foi que deixei de ser livre? Ela ainda estava agarrada a bala que retirou do ombro do Matheo, o ferro estava morno na mão dela. - Onde ela está? Jamile ficou alerta quando ouviu a voz de Matheo do lado de fora. - Senhor. - Era aquele moleque que a jogou para dentro. - Não te ensinaram á não mexer com o que é meu? -

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