CAPÍTULO 6

2177 Palavras
Mamãe se divertiu muito. Saímos do restaurante com ela risonha, falante, super descontraída. Alguns caras ela pegou telefone, e outros ela nem fez questão. Disse a ela que era assim mesmo. Era para diversão, para jogar conversa fora e se desse em algo mais, isso era com ela e a pessoa. Eu só queria vê-la feliz e animada. Chegamos em casa já era quase dez da noite. Resolvi ir para apto de Henry. Assim passaríamos a noite juntos. Entrei em casa e fui no meu quarto pegar algumas coisas e até mesmo roupas, porque só viria em casa depois do evento. Cheguei na sala Alicia e minha mãe ainda estavam lá conversando. - Você vai sair de novo filha? Minha mãe indaga vendo uma pequena mala na minha mão. - Sim mãe. Vou tirar uma casquinha do meu namorado. Digo sorrindo. - Obrigada pelo dia de hoje. Eu amei. - De nada mãe. Eu te amo muito. E quero ver a Sra bem e feliz. - Eu também quero isso para você, então vai e se divirta. Tenha uma boa noite! - A Sra também. Vou levar seu carro. - Você não deveria deixar seu carro com um funcionário. Alicia fala e eu reviro os olhos. - Eu confio em Pietro. Trabalha comigo a anos e então não se preocupe. Agora deixa eu ir. Amanhã a noite nos vemos ou só na quinta pela manhã já que tenho evento. Falo saindo. Pego o carro e vou rumo ao apto do meu namorado inseguro. Farei uma surpresa para ele, já que o mesmo não estava me esperando. Ele ainda não deve ter chegado. Entrei em seu apto com a chave que tenho. Está tudo em total silêncio. Ele ainda não chegou mesmo. Então me encaminho para seu quarto e coloco minhas coisas no closet. Tem algumas peças de roupas aqui, mas nenhuma boa para trabalhar a manhã. Coloco algumas que trouxe no cabide e volto para o quarto para me preparar. Me preparei com cuidado para esperá-lo, vestia somente um robe azul transparente que ele gosta, e, mais nada. Quando ele chegou eu estava ansiosa, com muito t***o; ele me puxou segurando pela nuca e me beijou gostoso, puxei-o para o banheiro e fui tirando sua camisa, a calça, sapatos, meias e por fim, bem devagar, tirei a cueca olhando aquele m****o delicioso que já estava pulsando de t***o. Abro o chuveiro e ele vai ao banho, eu como não sou nada boba deixo o robe escorregar pelo meu corpo e, nua toda oferecida, entro também dizendo. Vou te dar um banho e ele me responde com um sorriso misterioso e ao mesmo tempo safado. Pego o sabonete com uma bucha macia e começo a massagear seu corpo. Passo a bucha ensaboada pelo pescoço, ombros, braços, peito, barriga, me agacho, lavo os pés e as pernas, me levanto e agora só com o sabonete lavo seu m****o, que está enorme. Passo sabonete pelo meu corpo, agarro meu namorado e beijando-o muito, começo a me esfregar, aproveitando o deslizar que a espuma permite em nos nossos corpos. Continuo me esfregando e sinto seu p*u no meio das minhas pernas no movimento de vai e vem, ele me vira de costas, pega forte pela cintura e forçando meu corpo para frente encaixa seu p*u. Henry me puxa pra ele me dizendo que estava tudo com muita saudades, e que adorou me ver aqui o esperando. Sorrio satisfeita.. Pego o sabonete de novo e deixo cair, me abaixo deixando minha i********e toda exposta para meu Amor. Neste momento Henry enterrou todo seu p*u de uma só vez em minha b****a e começou a bombar com vontade, que delícia! Naquela posição, sendo enrabada por trás, estava louca com as investidas dele, me deixando com mais t***o. Ele estava me dando aquela enfiada, forte e funda, enquanto suas mãos passeavam por todo meu corpo. Eu sentia Henry me comendo guloso, tarado, seu p*u fica ainda mais grosso e sinto seu g**o invadindo minha i********e. Com meu corpo todo arrepiado, neste momento g**o loucamente. Uma sensação maravilhosa que tenho a cada vez que estamos assim. Nem preciso dizer que queria mais. Henry me ensaboou e delicadamente me massageou, com todo carinho, trata meus s***s, a minha i********e e todo meu corpo, ficamos assim durante um tempo até que ele saio do banho. E enquanto se enxugam contínuo no chuveiro a provocá-lo ainda mais. Meu namorado me observava, passo as mãos pelo corpo até minha b****a fazendo movimentos lentos e sensuais, a água escorre lentamente e acaricia meus s***s, viro de costas para dar-lhe uma visão de minha b***a e me abaixo oferecendo-lhe a visão do paraíso. Ao acariciar meu corpo introduzo os dedos, oferecendo minha i********e ao meu namorado que me devora com o olhar. Saio do chuveiro, e estávamos prontos para a nova batalha. Ele vem me enxugar beijando cada pedacinho de meu corpo. Estava extasiada. Henry me faz carinho e me levou a loucura a noite toda. Acordei com Henry grudado em mim. Sorrio atoa. Ele estava parecendo inseguro ontem. Eu sentir ele buscando mais de mim. Queria entender o que o leva a ficar assim. Nunca dei motivo para ele. E espero que algum dia ele tire essa insegurança e fique mais positivo quanto a nós dois. Me viro com dificuldade pois suas pernas estão sobre mim. Acaricio seu rosto, e já vejo um tímido sorriso. - Eu amaria acordar com você todos os dias. Ele fala com sua voz rouca de sono. - Não é algo que vou reclamar também. Digo dando selinhos em seu rosto e boca. - Como foi ontem? Ele pede abrindo seus olhos me analisando. - Foi ótimo. Minha mãe adorou a ideia do encontro as cegas. Ela estava realmente feliz. - Se algum dia você deixasse de me amar, me falaria? Ele indaga me olhando com suas esferas cinzas. - Não entendi sua pergunta. Indago preocupada com essa pergunta. - Se você não me amasse mais, você me falaria? - Seria impossível isso. Eu te amo demais para pensar nessa possibilidade. - Mas você me diria se acontecesse? Me sento olhando para ele. - Porque essa pergunta? - Porque eu tenho medo que isso aconteça. Tenho medo de perder você. Tenho medo que aconteça igual... Ele para. - Igual? Indago sem saber do que se trata. Ele fica pensativo. Fale Henry. - Desculpe. Não era para eu ter dito nada. - Não era, mais disse, então termine. Ele se levanta nu, me dando a visão do seu m****o duro. Escuta, eu não sei o motivo de você ser tão inseguro. De não confiar em mim, e principalmente confiar em você mesmo. Porque você é um cara legal, amoroso, atencioso, bonito, charmoso, tudo que uma mulher deseja para vida dela. Tudo que eu desejo para minha vida. Eu não penso na minha vida longe de você. Então parar com essa insegurança infundada. Eu nunca te dei motivo para isso e se alguma coisa estiver te incomodando me fale. Eu estou aqui para você. - Casa comigo? Ele pede e eu respiro fundo. - Eu me caso com você. Ele me agarrar forte. Mas antes eu quero que você se liberte dessa insegurança. Não vale a pena entrarmos em um relacionamento mais sério que é um casamento, se você se sente assim. - Ou seja, é um sim, mas também é um não. Balanço a cabeça em negação. - Não Henry. Você tem meu sim em todos os níveis, em todas as línguas, porém eu quero poder entender o meu marido. Quero entrar no nosso casamento com a confiança estampada em seu rosto, e não com essa sombra de dúvida que paira aqui. Aponto para as rugas em sua testa. Quero seu coração todo para mim. - Mas ele já é seu. - Não totalmente, porque sei que alguma coisa te aflige. Então quando realmente dissermos o sim perante todos os nosso amigos e família, quero que seu coração seja todo meu, sem nenhuma sombra, sem nenhum sentimento negativo. - Espero que eu não demore então a me libertar. Porque quero você como minha esposa. - E eu quero você como meu marido. Pai dos meus filhos. - Hum, que tal a gente treinar esses futuros filhos? Ele fala me beijando. Não tenho tempo de responder, porque caímos os dois na cama. Eu já estava na loja para colocar as coisas da festa de hoje a noite em ordem. As quatro da tarde eu já teria que está no local. - Patroinha, já queria te ligar para devolver seu carro. Pietro aparece e eu sorrio desse jeito dele. - Não precisava se preocupar Pietro. Eu confio em você. - Mesmo assim, eu deixei o mesmo aqui guardado na garagem fechada. Não quis abusar. - Sem problemas. Você terá que levá-lo para mim na minha casa quando acabar a festa, porque eu estou com o da minha mãe. - Sem problemas patroinha. Ele fala me olhando e depois fica sem jeito. - Pode falar Pietro. Sei que quer alguma coisa. - Eu só queria saber como está Alicia? Ela não respondeu nenhuma das minhas mensagens. Alicia é mesmo sem coração, custava responder a mensagem. - Peço perdão por ela não ter te respondido Pietro. Ela tem andado meio triste. Mas ela está bem. - Que bom! Mas ela não vem trabalhar? - Ela não trabalha mais com a gente. Ela não quer. Diz não gostar disso aqui, então não vi outra solução. Agora Pietro, se você quiser ir lá em casa conversar com ela, fica a vontade. Você será bem recebido e bem vindo. Digo sorrindo para ele. - Não patroinha. Não seria certo visitar a sua casa. - Porque não? Parar de bobeira. Você pode ir lá quando quiser. Quem sabe Alicia se anima com sua visita? - Será. Eu gosto muito dela, mas ela nunca deixou eu me aproximar. Fico triste por ele. - Tenta conquistar a amizade dela primeiro. Depois quem sabe pode surgir algo a mais. Falo e ele sorrir assentindo. - Eu farei então patroinha. Farei uma visita a ela no final de semana se não se importar. - Claro que não me importo. Fica a vontade. Eu não estarei lá, mas mamãe e Sol vão está. Fica a vontade. - Obrigada patroinha. Ele fala me abraçando sem jeito. - De nada Pietro. - Desculpa, é que fiquei feliz por saber que vou ver Alicia. - Não precisa pedir desculpas. Eu entendo você. Ele assentiu sem jeito. - Obrigada de novo patroinha. Agora eu vou ajudar Wilma a colocar as coisas no carro. - Ótimo. Pode pegar o meu carro também para ajudar. Você dirige ele. - Tudo bem. Eu vou indo. Ele se vai e eu volto a fazer os arranjos que tenho que colocar na evento. Todos os vasos com flores naturais já chegaram. Eu deixei na pequena estufa que criei na loja para que as flores e plantas pudessem durar mais, ou pelo menos até o fim do evento. Chamei Wilma para conferir tudo que tinha que levar para lá. Não podíamos esquecer nada, porque o local é bem afastado da cidade. Já estávamos contando tudo e colocando nos carros. as coisas mais pesadas, e maiores para a decoração mandei colocar no caminhão. Estava tudo pronto. No local da festa começamos a trabalhar. Colocamos tudo em ordem. as cadeiras cobrimos com umas capas brancas. as mesas foram forradas por forro da mesma cor. Wilma mais Stela vieram colocando os vasos de flores na mesa. Tudo estava ficando lindo. Espero que os donos da festa achem também. Colocamos velas acesas tampadas em todo ambiente da festa. Algumas lâmpadas também para ajudar na iluminação. Seria uma festa de amigos que estavam fazendo isso para as namoradas. Achei legal da parte deles. O Grupo de homens estavam animados para fazer essa festa, então estamos fazendo tudo para eles gostarem. Meu celular toca e olho é Henry. - Oi Amor. Digo atendendo. - Você está onde? Ele indaga com tom de desconfiança. Eu nem sei mais o que faço. - Como assim Henry? Você sabe que tinha um evento hoje e estou neste momento no local. - Foi almoçar no shopping hoje com alguém ? - Não. Eu não sair da loja. Henry desmarcamos nosso almoço porque ambos tínhamos coisas para fazer. Então não estou entendendo onde você quer chegar. - Quero só entender porque você desmarcou comigo e foi almoçar com alguém no shopping. Droga, da onde ele tirou isso. - Eu não fiz isso. Não sair da loja, até a hora que vim para o local do evento. - Tem certeza? - Acabou Henry. Eu detesto essa sua desconfiança. Eu custo a entender sua insegurança, agora ter que lidar com sua desconfiança é demais. Eu preciso ir. Desligo não esperando ele dizer nada. Eu não consigo entender de onde ele tira essas desconfiança toda. Não consigo mais lidar com isso. Ele me liga de novo. Mas eu não atendo. Só vou conversar com ele amanhã. Hoje só quero me concentrar na festa.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR