Capítulo 15

967 Palavras
P.O.V: Emma 03:43 – Madrugada do dia anterior Estava no meu quarto junto de Peter, Peter descansava e se recuperava dos seus ferimentos de um lado da cama e eu tentava dormir do outro, mas não conseguia. Não parava de pensar no que aconteceu hoje, não parava de pensa que minha mãe estava viva esse tempo todo e nunca quis me ver, e pra variar agora ela que me m***r. Eu queria saber o por que disso tudo mas tinha medo da resposta, tinha medo de fazer alguma besteira. Solto um suspiro pesado e levanto da cama, desço até a cozinha e pego um copo de leite quente pra ver se consigo dormi assim, enquanto eu tomo o leite eu ouvi aquela maldita voz na minha cabeça. — *Emma — Margaret voltou a me irritar. — Sai da minha cabeça Margaret — Eu disse trincando os dentes. — *Não — Ela ri. — *Venha ate mim Emma — Estranhei seu pedido mas admito que eu queria muito ir lá. — *Eu sei que você quer vim aqui Emma, eu sei que você quer saber o por que disso tudo que eu fiz — Ela fazia de tudo pra me convencer e estava quase conseguindo. — Sai da minha cabeça... — Eu ordenei e nada. — *Só se você vim aqui — Já estava de saco cheio disso então decidi ir no meu quarto pegar uma pistola que eu tinha escondida por que né, nunca se sabe quando alguém invade a casa dos Starks. Desci e fui até a área onde ficava as celas e fui em busca da cela dela. Na cela Chegando lá vi ela presa na cadeira como de manhã, abri a cela e entrei. — Fala logo o por que de você ter feito isso — Perguntei seca e ela sorri sem dente. — Me diz você sentia saudades de mim? Ficou triste por não ter uma mãe pra comemorar no dia das mãe ou pra te ajudar com seu cabelo, roupa, maquiagem e essas coisas? — Ela pergunta. Eu to me irritando. "Não aperta o gatilho.... Não aperta o gatilho" — Responde a pergunta — Ela começa a rir loucamente. — Você sentia — Ela volta a rir. — RESPONDE LOGO A p***a DA MINHA PERGUNTA c****e OU EU VOU METER UMA BALA NO MEIO DA SUA FUÇA — Disse gritando e apontando a arma pra cabeça dela. Ela se calou e olhou pra mim. — Eu fiz por que estava cansada da família Stark, bando de egoístas que só pensam em si mesmo — Ela diz com ódio. — O que a minha família fez pra você? — Eu perguntei com lágrimas nos olhos mas sem deixar com que caíssem, não queria demonstra fraqueza na frente dela e nem por ela. — Nada....É por que eles, nunca me deram valor principalmente seu pai — Ela diz. — E sinceramente eu vou acabar com cada um de vocês — E voltou a rir. — Vocês vão morrer nas minhas mãos — Ela voltou a rir. — Você é doente......você não é minha mãe é apenas uma assassina psicopata.....— Digo com um com um olhar frio e me afastando pra poder ir embora. Mas quando estava prestes a sair ela começa a rir oque me chama atenção. — Qual é a graça? — — Bem......você é minha filha, tem meu sangue então isso te torna uma assassina psicopata também sua v********a — Ela diz sorrindo. "Já chega, eu cansei disso" Cheguei perto dela levantei seu rosto e gritei. — VAI PRO INFERNO SUA v***a ESCROTA — e atirei nela. Depois de atirar eu me arrependi completamente e sai de lá correndo e chorando. No quarto Fechei a porta e me encostei nela e comecei a chora. — Emma? — Peter me chama. "m***a eu esqueci que ele estava aqui" — O-oi — Funguei o nariz. — Desculpa ter te acordado — — Tudo bem mas por que você ta chorando? — Ele se levantou e sentou do meu lado. — Eu...eu... — Eu estava com medo de contar, certamente ele ia ter medo de mim e não ia querer mais falar comigo. Dei um suspiro cansado e resolvi dizer mas sem olhar pra ele, apenas pro chão. — Eu matei ela Peter — Eu tomei coragem e olhei pra ele. — Eu matei minha mãe — Ele arregalou os olhos. — Eu sei, eu sou um monstro — E voltei a chorar. Mesmo ela tendo feito tudo isso ela ainda era minha mãe e só de pensar que eu matei ela, que eu matei ela ciente das minhas ações machuca. Enquanto chorava eu consegui ouvir passos de alguém se aproximando. Era o Peter. — Emma você não é um monstro — Ele me abraça de lado. — Olha quando eu ganhei os meus poderes eu comprei umas peças pro lança teia mas o cara não queria me vender uma e disse que era problema meu, então um ladrão entro e eu não impedi e o cara me preguntou o por que e eu disse que não era problema meu, mas quando eu sai ouvi barulhos de tiro e meu tio Ben estava no chão baleado e foi o mesmo ladrão, meu tio morreu por que eu fui um b****a e não ajudei aquele moço — Eu olhei pra ele com pena. — Depois desse dia aprendi que com grandes poderes vem grandes responsabilidades — — Peter eu sinto muito — Eu disse chorando. — Tudo bem mas olha pra mim — Olhei pra ele. — Você não é um monstro — Eu sorri e disse — E nem você — Sorrimos um pro outro. Fiquei mais um tempinho assim abraçada com ele até que eu peguei no sono enquanto estava em seus braços.
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