P.O.V: Emma
03:43 – Madrugada do dia anterior
Estava no meu quarto junto de Peter, Peter descansava e se recuperava dos seus ferimentos de um lado da cama e eu tentava dormir do outro, mas não conseguia.
Não parava de pensar no que aconteceu hoje, não parava de pensa que minha mãe estava viva esse tempo todo e nunca quis me ver, e pra variar agora ela que me m***r. Eu queria saber o por que disso tudo mas tinha medo da resposta, tinha medo de fazer alguma besteira.
Solto um suspiro pesado e levanto da cama, desço até a cozinha e pego um copo de leite quente pra ver se consigo dormi assim, enquanto eu tomo o leite eu ouvi aquela maldita voz na minha cabeça.
— *Emma — Margaret voltou a me irritar.
— Sai da minha cabeça Margaret — Eu disse trincando os dentes.
— *Não — Ela ri. — *Venha ate mim Emma — Estranhei seu pedido mas admito que eu queria muito ir lá. — *Eu sei que você quer vim aqui Emma, eu sei que você quer saber o por que disso tudo que eu fiz — Ela fazia de tudo pra me convencer e estava quase conseguindo.
— Sai da minha cabeça... — Eu ordenei e nada.
— *Só se você vim aqui — Já estava de saco cheio disso então decidi ir no meu quarto pegar uma pistola que eu tinha escondida por que né, nunca se sabe quando alguém invade a casa dos Starks.
Desci e fui até a área onde ficava as celas e fui em busca da cela dela.
Na cela
Chegando lá vi ela presa na cadeira como de manhã, abri a cela e entrei.
— Fala logo o por que de você ter feito isso — Perguntei seca e ela sorri sem dente.
— Me diz você sentia saudades de mim? Ficou triste por não ter uma mãe pra comemorar no dia das mãe ou pra te ajudar com seu cabelo, roupa, maquiagem e essas coisas? — Ela pergunta. Eu to me irritando.
"Não aperta o gatilho.... Não aperta o gatilho"
— Responde a pergunta — Ela começa a rir loucamente.
— Você sentia — Ela volta a rir.
— RESPONDE LOGO A p***a DA MINHA PERGUNTA c****e OU EU VOU METER UMA BALA NO MEIO DA SUA FUÇA — Disse gritando e apontando a arma pra cabeça dela.
Ela se calou e olhou pra mim.
— Eu fiz por que estava cansada da família Stark, bando de egoístas que só pensam em si mesmo — Ela diz com ódio.
— O que a minha família fez pra você? — Eu perguntei com lágrimas nos olhos mas sem deixar com que caíssem, não queria demonstra fraqueza na frente dela e nem por ela.
— Nada....É por que eles, nunca me deram valor principalmente seu pai — Ela diz. — E sinceramente eu vou acabar com cada um de vocês — E voltou a rir. — Vocês vão morrer nas minhas mãos — Ela voltou a rir.
— Você é doente......você não é minha mãe é apenas uma assassina psicopata.....— Digo com um com um olhar frio e me afastando pra poder ir embora. Mas quando estava prestes a sair ela começa a rir oque me chama atenção. — Qual é a graça? —
— Bem......você é minha filha, tem meu sangue então isso te torna uma assassina psicopata também sua v********a — Ela diz sorrindo.
"Já chega, eu cansei disso"
Cheguei perto dela levantei seu rosto e gritei. — VAI PRO INFERNO SUA v***a ESCROTA — e atirei nela.
Depois de atirar eu me arrependi completamente e sai de lá correndo e chorando.
No quarto
Fechei a porta e me encostei nela e comecei a chora.
— Emma? — Peter me chama.
"m***a eu esqueci que ele estava aqui"
— O-oi — Funguei o nariz. — Desculpa ter te acordado —
— Tudo bem mas por que você ta chorando? — Ele se levantou e sentou do meu lado.
— Eu...eu... — Eu estava com medo de contar, certamente ele ia ter medo de mim e não ia querer mais falar comigo. Dei um suspiro cansado e resolvi dizer mas sem olhar pra ele, apenas pro chão. — Eu matei ela Peter — Eu tomei coragem e olhei pra ele. — Eu matei minha mãe — Ele arregalou os olhos. — Eu sei, eu sou um monstro — E voltei a chorar.
Mesmo ela tendo feito tudo isso ela ainda era minha mãe e só de pensar que eu matei ela, que eu matei ela ciente das minhas ações machuca. Enquanto chorava eu consegui ouvir passos de alguém se aproximando. Era o Peter.
— Emma você não é um monstro — Ele me abraça de lado. — Olha quando eu ganhei os meus poderes eu comprei umas peças pro lança teia mas o cara não queria me vender uma e disse que era problema meu, então um ladrão entro e eu não impedi e o cara me preguntou o por que e eu disse que não era problema meu, mas quando eu sai ouvi barulhos de tiro e meu tio Ben estava no chão baleado e foi o mesmo ladrão, meu tio morreu por que eu fui um b****a e não ajudei aquele moço — Eu olhei pra ele com pena. — Depois desse dia aprendi que com grandes poderes vem grandes responsabilidades —
— Peter eu sinto muito — Eu disse chorando.
— Tudo bem mas olha pra mim — Olhei pra ele. — Você não é um monstro —
Eu sorri e disse — E nem você — Sorrimos um pro outro.
Fiquei mais um tempinho assim abraçada com ele até que eu peguei no sono enquanto estava em seus braços.