Capítulo 29

1224 Palavras
~ Memórias ~ P.O.V: Ashley Sokovia - 2015 Eu, meu pai e minha mãe estávamos assistiu televisão quanto sentimos uma sensação estranha e uma pontada na cabeça, depois da pontada ouvimos uma voz, a voz dizia para que pegássemos nossos pertences mais valioso, algumas mudas de roupas e saíssemos da cidade. Mesmo a gente não querendo obedecer essa voz misteriosa era quase impossível não fazer oque ela mando, era como se nossos corpos não obedecem as nossas ordens e sim as da voz, e como não tínhamos outra opção seguimos oque a voz mando. Pegamos tudo de mais valioso, algumas roupas e saímos, mas nos deparamos com a cidade inteira sendo evacuada e com....... Os Vingadores??? Não sabíamos oque estava acontecendo mas vendo os Vingadores ajudando na evacuação já dava pra entender que não era um bom sinal. "Oque será que eles tão fazendo aqui? E por que a cidade tá sendo evacuada?" Além dessas perguntas muitas outras surgiram, mas foram cessadas ao ver meu Vingador favorito cruzando o céu de vermelho e amarelo, não consegui evitar e abri o maior sorriso que eu podia dar e fiquei balançando o braço da minha mãe. — Olha mãe é o Homem de Ferro!! — Disse enquanto apontava pra ele, então ambas olhamos pra direção que ele estava indo, ao ver pra onde ele foi mais perguntas surgiram. "Por que ele foi pra Igreja que fica no centro da cidade??" Não consegui ver oque ele fazia lá por dois motivos, primeiro a Igreja estava muito distante, segundo minha mãe fico me puxando pra que eu andasse mais rápido. . . . . . Estávamos andado quando alguma coisa agarra no meu pé, o que faz com que eu solte um gritinho sem nem saber oque era, quando vejo oque era solto outro só que mais alto, um Robô tinha pego meu pé, felizmente consegui me soltar. Vários robôs saíram do chão oque fez com que todos corressem, minha família não fez diferente dos outros, tentávamos achar um lugar seguro mas não tinha, em todo lugar havia robôs, mas não eram os robôs da Legião de Ferro. Com a chegada dos robôs a luta dos Vingadores começo, minha família junto comigo e outra pessoas ficamos encurraladas numa ponte feita pros civis, mas acabo que uma mulher vestida de preto e vermelho com poderes bem legais fez uma p******o e ordenou que corrêssemos e é claro que obedecemos. Em um determinado momento em meio a correria a cidade começou a tremer e uma rachadura se formou em volta de uma boa parte da cidade, mas não era um terremoto ou algum desastre natural, a cidade estava voando. Meus pais e eu estávamos perto de umas das beiradas, o por que disso eu não sei já que não é uma atitude nem um pouco inteligente com essa situação, e o resultado foi pior ainda, infelizmente o local onde meus pais estavam desmoronou e os dois caíram, eu não consegui me mover na hora, a única coisa que eu conseguia fazer naquele momento era olhar pro local onde eles estavam e chorar, mas eu não podia ficar ali, com a visão embasada por causa do choro sai dali o mais rápido possível enquanto tentava desviar dos robôs, mas paro na hora quando vejo um robô parado falando, olho pros lados e vejo que todos os robôs estão falando: 'Estão vendo? A beleza disto? A inevitabilidade? Vocês se erguem apenas pra cair. Vocês Vingadores são o meu meteoro, minha espada certeira e terrível, e a Terra irá rachar com o peso da derrota de vocês, quando a poeira baixar a única coisa que sobrara na Terra será de metal' Eu saio correndo até achar um prédio onde pessoas estavam abrigadas, aproveito a oportunidade e me abrigo junto com eles. E a luta continua.... Do prédio onde estava dava pra ver a Viúva-n***a, Thor e Capitão América lutando com esses monstros. Eu já não conseguia entender mais nada, minha cabeça não parava de girar, mas de uma coisa eu sabia e já estava aceitando o fato, que todos nós íamos morrer. Quando minha esperança já estava no fim eu vejo pela janela uma área de pouso pra aviões voadora??? "Eu de fato não to entendendo mais nada" Então saíram desse...... treco voador varias naves com vários acentos, isso significa que.... "EU NÃO VOU MORRER!!" Assim que as naves encostaram nas beiradas todos saímos e fomos em direção a elas, eu corri o mas rápido que pude e sentei num acento com um sorriso no rosto ao saber que esse pesadelo tinha acabado, bom mais ou menos já que meus pais não estão mais comigo. Então embarcaram o máximo que puderam pra antes de decolar. Bom podemos ter saído de lá mas a luta dos Vingadores ainda não acabo... . . . Três meses depois... Estava deitada no meu quarto do orfanato, já que eu sou de menor e não tenho nem um parente vivo fui obrigada a ficar aqui até eu completar 18. Estava lendo um livro até que um garoto que devia ser de maior junto com.... dois guardas? Entraram e trancaram a porta, e com essa atitude me levanto rapidamente e vou me afastando cada vez mais. — Quem são vocês? Oque vocês querem? — Digo se afastando mas o garoto vem chegando cada vez mais. — Bom respondendo a primeira somos da HYDRA — Me afasto mas ainda quando escuto isso. — Mas calma não vamos te machucar — Ele diz então eu paro, até porque acabo o espaço. — Então oque vocês querem? — Pergunto tentando soar o mais firme possível. — Nós só queremos te ajudar...— Ele ia dizendo mais antes de completar ele abre um sorriso. — A se vingar do Homem de Ferro — Rio do que disse. — Por que eu ia querer me vingar do meu Vingador favorito? — Digo debochando. — Bom então você não sabe? — Ele pergunta e então eu fico calada sem saber oque responder. — Ah então não sabe — Ele ri oque me faz ficar com um pouco de raiva. — Bom aquele robô que atacou Sokovia se chama Ultron e..... bom quem você acha que criou ele? — — Sei lá, um vilão? — — Bom ele era um robô altamente avançado com inteligência artificial que comandava um exército de robôs que também eram ele — Ele me explica e entrou vou ligando os pontos. — Quem você acha que conseguiria fazer isso hm? — Paro pra pensar. "Não....não é possível" — A-apenas uma mente brilhante — Digo caído na real. — Então se não fosse pelo Stark meus pais estariam vivos?!! — Digo já com lágrimas. — Sim estariam... — Ele responde com um expressão triste. E então eu caio de joelho no chão e começo a chorar, de repente sinto uma mão fazendo carinho nas minhas costas, olho pro lado e vejo o garoto. — Eu posso te ajudar basta você dizer que sim — Ele diz com um sorriso que transmitia carinho. Meu coração, minha mente, todo meu corpo transbordava em raiva. Solto um suspiro e olho pra ele com um olhar firme. — Eu aceito ir com vocês — Ele sorri e me ajuda a levantar. "Stark você vai me pagar por tirar tudo que eu mais amava, custe oque custar"
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