Boadrasta (Alren)

2048 Palavras
POV Lauren Maldita a hora que eu decidi vir visitar o meu pai! Eu morava com minha mãe em Boston desde que eles se separaram quando eu tinha dez anos e só via ele muito de vez em quando. Enquanto eu era pequena minha mãe me obrigava a ir lá nas férias de verão e em algumas outras férias mas depois dos quinze anos eu m*l o via mais. Quando eu terminei a escola, ele me ligou me pedindo pra passar uns dias com ele antes de começar a faculdade. Eu não tinha muita vontade de ir, não porque eu não gostasse do meu pai mas porque eu não gostava de ir lá mesmo. Mas como eu passaria muito tempo sem vê-lo quando começasse a faculdade, decidi ir passar uns dias com ele. O problema é que meu pai tinha se casado novamente aquele ano e pro meu azar, a mulher dele era muito gostosa. Ela era bastante mais nova que ele, devia ter apenas uns vinte e cinco anos e isso me levou a pensar que ela tivesse casado com ele por dinheiro. Afinal, meu pai tinha muito dinheiro e não fazia questão de esconder isso. Ele morava no bairro mais caro de Miami. Embora eu achasse que Ally era uma interesseira, eu não consegui não gostar dela. Ela era muito gente boa, extrovertida, animada, simpática e super meiga. Era aquele tipo de pessoa que todo mundo quer ter por perto e nós nos demos bem logo de primeira. Bem até demais. Embora meu pai tivesse me chamado pra passar uns dias com ele, ele continuava trabalhando e só chegava em casa ao atardecer. O resultado foi que eu passava o dia inteiro com Ally. E claro, Miami no verão, a única coisa que tinha pra fazer era ir pra praia ou pra piscina. E como eu nunca gostei de praia (areia e tal, não obrigada) ficávamos na piscina. Já tinham se passado cinco dias dessa nossa rotina de ficar na piscina a manhã inteira e de ficar bebebendo e conversando no deck de tarde. E a cada dia que passava, eu me sentia mais e mais atraida por Ally. Era uma tortura passar tantas horas com ela desfilando de biquini pela minha frente. O corpo daquela mulher parecia desenhado à mão de tão perfeito. Eu vivia ficando de p*u duro e tinha que inventar desculpas pra sair de perto dela e que ela não visse o volume no meu short. A situação se tornava cada vez mais dificil de aguentar. Ainda mais quando ela pareceu perceber meu desejo por ela e começou a usar qualquer desculpa pra me tocar. Ela alisava meu braço enquanto conversavamos, colocava a mão na minha coxa enquanto ria de algo que eu falava. Aqueles pequenos toques "inocentes" dela estavam me deixando louca. Eu percebi que Ally estava me provocando e que ela também me desejava e só queria que eu desse o primeiro passo. E eu não tive o menor problema em fazer isso. Estávamos deitadas cada uma em uma espreguiçadeira, tomando sol, quando ela levantou dizendo que ia preparar limonada. Ela olhou pra mim e molhou os lábios antes de dar um sorriso e ir pra dentro da casa. Aquilo tinha sido um convite silencioso para que eu fosse atrás dela. Eu já sentia meu p*u endurecer só de pensar que eu finalmente tocaria aquele corpo gostoso dela. E que ela era minha madrasta e aquilo era completamente errado, era a última coisa na minha cabeça. Eu estava literalmente pouco me lixando. Me levantei da espreguiçadeira e entrei em casa, indo até a cozinha. Ao chegar lá, vi que ela estava expremendo limões pra fazer a limonada. Ela continuava só de biquini e meus olhos ficaram vidrados na b***a dela. Era perfeita assim como o resto do seu corpo. Eu fui me aproximando devagar, até ficar detrás dela e encostei meu corpo no dela. "Quer ajuda?" Perguntei, segurando na cintura fina dela. Eu vi ela se arrepiando com o meu toque e sorri comigo mesma. Ela não falou nada, apenas parou de expremer a metade do limão e segurou a bancada com as duas mãos. Eu não perdi tempo em começar a beijar o pescoço dela e alisar sua barriga, prensando mais meu corpo contra o dela. Ally suspirava e virava o pescoço, me dando via livre pra fazer o que eu quisesse com ela. O corpo dela estava relaxado e mole, ela estava completamente nas minhas mãos. Literalmente, acho que se não fosse pelas minhas mãos segurando sua cintura, ela cairia no chão. Eu esfregava meu p*u, que estava cada vez mais duro, na b***a dela e dava beijos molhados por todo o seu pescoço. Só não chupava porque sabia que não podia deixar marcas, mas vontade não faltava. Eu queria chupar ela inteira, morder cada centimetro daquele corpo. Eu queria devorar ela. Abri a parti de cima do biquini dela e tirei, deixando seus s***s descobertos. Levei minhas mãos até eles e apertei ambos com suavidade. Ela deu uma gemidinha e eu fiquei morrendo de vontade de provar aqueles lábios vermelhos. Virei o corpo dela e beijei ela com vontade, levando minhas mãos até sua b***a e apertando com força. Ally gemeu na minha boca e segurou minha nuca com suas pequenas mãos, me beijando de volta. Eu segurei a parte de baixo das suas coxas e subi ela na bancada da cozinha. Parei o beijo e levei a boca até um de seus s***s, fechando os lábios em volta do mamilo duro e chupando devagar. Ally gemeu mais alto, segurando minha cabeça e colocando as pernas em volta do meu corpo, me puxando pra mais perto. Eu passei um bom tempo dando atenção pros s***s dela, chupando, dando leves mordidinhas no bico enquanto chupava. Os gemidos dela se faziam cada vez mais altos e eu sabia que; assim como eu; eu estava louca pra t*****r logo. Eu voltei a beijar os lábios suaves dela, enquanto abria minha bermuda. Meu p*u estava tão duro que latejava e já começava a doer. Eu precisava entrar nela, logo. Depois de tirar a bermuda e me livrar também da cueca boxer, eu separei nossos lábios para poder tirar a parte de baixo do biquini dela. E enquanto eu tirava, com a ajuda dela, percebi que seus olhos estavam colados no meu p*u e ela o olhava com água na boca. Sorri, me sentindo orgulhosa e peguei ela no colo, baixando ela da bancada. Eu queria comer ela ali mas a bancada era alta e não dava. Coloquei ela no chão e perguntei se ela queria mesmo fazer aquilo, ao que ela respondeu que eu calasse a boca e metesse logo nela. Atendendo à sua ordem, eu virei ela de costas pra mim e ela logo encurvou o corpo, voltando a se segurar na bancada. Eu abri as pernas dela e segurei meu p*u, pincelando ele na b****a molhada dela por trás. Ela gemia em anticipação do que estava prestes a acontecer e eu não fiz ela sofrer, coloquei meu m****o em posição e entrei nela devagar. Eu queria que ela sentisse cada centimetro do meu p*u, por isso fui entrando com calma. Eu não era virgem. Na verdade eu já tinha transado com várias garotas mas nenhuma se comparava a Ally. A b****a dela era mais apertada que a de qualquer das meninas com quem eu transei e apertava tanto o meu p*u que parecia que ia esmagar ele. Eu pensei que deveria estar rasgando ela por dentro porque ela era apertada demais e meu p*u; modestia a parte; não era nada pequeno. "Estou te machucando?" Perguntei preocupada, enquanto alisava as costas dourada dela. "Não... Só espera um pouco." Ela respondeu, com a respiração alterada. Eu fiz o que ela pediu e fiquei parada, só sentindo a b****a dela pulsar ao redor do meu p*u. Eu estava perdendo o juizo com aquilo. Eu tinha vontade de meter forte e fundo nela mas esperei pacientemente até que ela me deu via livre pra começar a me mover. Assim que ela me disse que eu podia me mover, eu segurei a cintura dela e comecei as estocadas. No começo eu entrava e saia dela devagar, sem querer machucá-la. Eu fazia uns circulos com a cadeira enquanto metia, querendo que ela sentisse o maior prazer possivel, assim como eu estava sentindo. Ela soltava vários gemidos, que iam aumentando de volume à medida que aumentava a velocidade das minhas estocadas. Eu mordia o lábio com força e ficava olhando como meu p*u entrava e saia dela, cada vez mais molhado. Ally jogava a cabeça pra trás de vez em quando e empurrava o corpo pra trás, de encontro com minhas estocadas. Aquilo fazia que eu entrasse nela com muita mais violência mas ela parecia gostar e eu estava adorando. "L... Lauren, bate na minha b***a?" Quase não acreditei no que escutei. Ela estava me pedindo pra dar uns tapas nela. Aquela mulher podia ser mais perfeita? Acho que não! Fazendo a vontade dela, dei um tapa leve em uma das nádegas dela e logo outro na outra. Ela me pediu que eu batasse com mais força e eu quase gozei com o pedido. Dei um tapa forte e ardido na b***a dela e ela gemeu bem alto, virando a cabeça pra me olhar e pedindo mais. Fiz o que ela queria e dei vários outros tapas na b***a dela que logo ficou vermelha. Depois de dar alguns tapas eu alisava e massageava sua b***a e logo voltava a bater. Ally gemia que nem uma p**a, pedindo mais e mais. Eu já estava suando muito e ela também, suas costas brilhavam com o suor mas não paravamos. Eu continuava dando tapas na b***a dela e estocando com força até o fundo daquela b****a apertada e quente. Chegou uma hora que eu não aguentei mais e segurei o cabelo dela, puxando ela pelo cabelo até que o corpo dela ficou grudado no meu. Ela virou o rosto e me beijou com vontade, chupando minha lingua e mandando ondas de prazer diretas ao meu p*u. Eu alisava o corpo pequeno dela e continuava naquele vai e vem rápido e ela gemia na minha boca. Levei minha mão direita até o c******s duro dela e bulinei o mesmo, sem parar meus movimentos. Na hora, ela mordeu meu lábio com tanta força que quase saiu sangue e eu me segurei pra não gozar antes dela. Eu esfregava seu c******s rápido, querendo fazê-la gozar o mais rápido possivel pois eu não ia aguentar muito mais. Ally começou a tremer e eu sabia que ela estava prestes a gozar. Dei uma beliscada bem de leve em seu c******s e ela encostou o rosto no meu pescoço, dando uma mordida forte no mesmo e gozou no meu p*u. Então ela ficou quieta nos meus braços, gemendo e tremendo, desfrutrando o orgasmo que eu havia lhe dado. Aquela mordida doeu muito mas ao mesmo tempo me deu um prazer enorme e eu parei as estocadas e gozei dentro dela. Eu acho que nunca tinha gozado tanto daquele jeito, parecia que minha p***a não ia acabar nunca. Eram jatos e mais jatos que eu jorrava dentro da b****a dela. Foi meu turno de começar a tremer e gemer baixinho, enquanto abraçava o corpo de Ally e ficava cheirando o cabelo dela. Cheirava a pêssego e eu amo pêssego. "Você tem cheiro de pêssego." Eu disse com a voz mole e ela riu. "Isso é tudo que você tem pra me dizer depois de uma transa dessas?" Eu sorri e com cuidado tirei meu p*u de dentro dela. Ela logo se virou pra me encarar e nos beijamos com calma, trocando suaves caricias. "Não, não é tudo." Eu disse depois de parar o beijo. "Você é gostosa demais e eu quero te comer todos os dias que eu passar aqui." Ela deu outra risada e me deu um selinho demorado, alisando meu rosto. "Pode me comer a hora que quiser, bebê." Aquela noite quando estavamos sentadas na mesa, jantando com meu pai, ele reparou na marca de mordida no meu pescoço e deu um sorriso malicioso. "Parece que esse ano não está tão chato ficar por aqui, não é minha filha?" Eu tive vontade de rir com aquilo. Coitado do meu pai, achando que eu tinha arrumado alguma ficante, quando na verdade a mulher dele estava alisando meu p*u com o pé por debaixo da mesa. Eu sorri de volta pra ele e assenti. "É, pai. Não está nada chato."
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