Parte 1
POV Ally
Ir pra escola de por si só não é algo prazeroso. Mas quando você é a nerd estranha que ninguém gosta, a coisa fica mil vezes pior.
Não tinha um dia que eu não sofresse bullying da lider de torcida e das suas amiguinhas e até mesmo de pessoas que não eram populares. Riam das minhas roupas, dos meus óculos e quando não tinham do que rir, inventavam. O único lugar naquela escola onde eu me sentia a salvo era o clube de ciências. Ali era como se eu estivesse entre os da minha mesma especie.
Aquela manhã havia sido particularmente dura. Becky, a lider das animadoras, tinha jogado meus óculos no chão, quebrando as lentes. Eu fiquei furiosa pois eu não tinha trazido minhas lentes de contato e tive que ficar a manhã inteira com a vista nublada.
Mas o pior chegou na hora do almoço. Becky parecia não estar satisfeita com ter quebrado os meus óculos e jogou suco em cima de mim. Me subiu um ódio que eu nem sabia que era capaz de sentir e eu levantei, voando em cima dela. Ela ficou perplexa ao ver minha reação, pois eu sempre ficava calada quando ela fazia algo comigo. Eu puxei o cabelo cheio de extensões dela, arrancando várias e ela tentava me bater mas eu estava nas costas dela e ela não me alcançava. Todos estavam gritando, aplaudindo e incentivando a briga. Eu só parei de puxar o cabelo falso dela quando senti um dos professores me tirando de cima dela e outra professora segurando ela também.
O resultado foi que eu fui parar na sala da diretora. Era a primeira vez que eu entrava naquela sala, pois eu jamais havia tido problemas de conduta. Antes de entrar, vi Becky saindo pois falaram com ela primeiro e ela me lançou um olhar assassino que pela primeira vez não me assustou.
Eu arrumei minha roupa, ainda molhada do suco, e ajeitei meus óculos (minha mãe tinha me levado meus outros óculos no intervalo antes do almoço) e entrei na sala da diretora.
A diretora Hansen era uma mulher bastante jovem para ser diretora de uma escola. Ela não devia ter mais de vinte e cinco ou vinte e seis anos. Mas embora ela fosse jovem, ela era bastante estrita. Ela era alta e a sua presença impunha bastante e eu estava com um certo medo. Eu não podia ganhar uma suspensão, ficaria pra sempre no meu registro e aquele ano já era o último antes da faculdade.
Ela estava sentada na sua cadeira com rodas e me mandou sentar também. Eu fui até uma das duas cadeiras que havia na frente da sua mesa e sentei. Fiquei mexendo nos meus dedos, nervosa e olhando para as minhas mãos.
"Allyson Hernandez." Ela começou a dizer, olhando uns papeis que eu deduzi ser meu registro. "Pelo que vejo aqui você sempre foi uma aluna exemplar. Só tira dez, está no clube de ciências, dá aulas de apoio para alunos com notas baixas." Só então ela levantou a vista, olhando pra mim. "O que você está fazendo aqui?"
Eu suspirei, ainda mexendo nos meus dedos. "Eu simplesmente cansei de aguentar bullying. Ela vive fazendo da minha vida um inferno. Só hoje, quebrou meus óculos e jogou suco em cima de mim. Ela mereceu."
Minha raiva ia aumentando ao lembrar das coisas que Becky havia feito comigo ao longo do ano e à medida que aumentava minha raiva, eu falava com mais soltura. Tanta que conforme eu ia falando, eu nem me reconhecia a mim mesma.
"Eu devia era ter dado bastante na cara dela em vez de ter apenas arrancado aquele cabelo falso. Ela merecia acabar no chão depois de tudo que ela me fez passar durante esses anos. Eu nem sei o que eu estou fazendo aqui. Ela passa o ano inteiro fazendo um monte de merda e ninguém faz nada e por eu ter atingido o meu limite já tenho que acabar aqui. Isso não é justo!"
Ela ficou apenas me olhando com uma sobrancelha levantada enquanto eu cruzava os braços, morta de raiva. Depois de algum tempo, a diretora Hansen deu uma risada e eu franzi o cenho. Do quê que aquela criatura estava rindo? Ela achava graça eu sofrer bullying?
"Me desculpa, diretora mas qual é a graça, por gentileza?" Eu continuei com os braços cruzados, olhando feio pra ela.
"Me desculpa. Não tem graça nenhuma, é só que você fica muito lindinha brava."
Eu voltei a olhar para as minhas mãos, sentindo minhas bochechas queimarem na hora. Lindinha? Aquilo certamente não era jeito de uma diretora falar com uma aluna.
Voltei a encará-la depois da surpresa inicial. "Isso não vai ficar no meu registro, certo?"
Ela levantou novamente a sobrancelha, me olhando com um sorriso nos lábios. "Bom, isso depende."
Eu voltei a franzir o cenho. "Depende do quê?"
"De você... Só depende de você."
"E o que eu tenho que fazer?"
Ela encostou as costas na sua cadeira, me olhando como se estivesse esfomeada e eu fosse a última comida no mundo. Vi ela passando a lingua pelo lábio inferior e percebi quais eram as intenções dela. Eu me encolhi na cadeira, eu não queria uma mancha no meu registro mas não tanto a esse ponto. Eu nunca nem tinha namorado, não sabia nada sobre sexo. Bom, saber eu sabia, claro, mas não sabia colocar em ação.
"Não precisa ficar assustada, Ally. Não vou te pedir nada demais."
Eu mordi meu lábio, olhando pra ela. "E o que a senhora vai me pedir?"
"Bom, você pode apenas chupar o meu p*u e eu não só não coloco nada no seu registro e nem aviso seus pais mas ainda faço com que a Rebecca e todos os outros te deixem em paz."
Eu estava perplexa com aquilo. Aquela mulher era muito nojenta mesmo, me pedir um absurdo daqueles pra fazer algo que era seu dever como diretora fazer.
"É seu dever fazer que isso não volte a acontecer! Você não vai estar me fazendo nenhum favor, apenas sua obrigação! E eu não vou... Chupar seu pau." Fiquei até vermelha só de falar aquilo.
Ela sorriu outra vez, ainda me encarando como se quisesse me agarrar. "Verdade. Mas eu posso muito bem fingir que não tenho conhecimento da situação. A única coisa que constará será que você a atacou. Vamos Ally, as duas sabemos que sou a única que posso te ajudar. Seus pais pouco se importam porque nem nas reuniões nunca vieram e não vejo que você tenha muitos amigos aqui. Eu posso ser uma valiosa aliada. É só você querer."
O pior é que ela tinha razão. Eu já havia comentado com meus pais sobre isso e eles ainda botaram a culpa em mim, dizendo que eu agisse como uma menina "normal" isso não aconteceria. E também não tinha nenhum amigo que pudesse me defender, meus únicos amigos também sofriam bullying dos populares. Parecia que Dinah Hansen era minha única salvação, mesmo que o preço pela sua proteção fosse alto.
"Eu nunca fiz isso..." Eu sussurrei, com vergonha só de imaginar o que eu estava prestes a fazer.
"Sempre há uma primera vez pra tudo, meu anjo." Ela disse num tom carinhoso que nada tinham a ver com suas intenções. "Então, temos um trato?"
Eu suspirei e pensei por mais um instante antes de assentir. "Sim."
Ela sorriu satisfeita. "Ótimo! Venha me ver depois das aulas. Pode ir agora."
Eu me levantei e sai dali quase correndo.
Quanto mais as horas passavam mais aumentava meu nervosismo. Eu tinha aceito fazer aquilo mas eu tinha quase certeza que eu não saberia fazê-lo. Depois da última aula, enquanto eu fazia tempo esperando a escola ficar vazia antes de ir até a sala da diretora, eu resolvi pesquisar um pouco.
Tirei meu celular da mochila e comecei a buscar informação sobre sexo oral. Eu sentia minhas bochechas queimarem enquanto pulava de um site pra outro e via várias fotos e videos. Decidi buscar "dicas pra f********o oral" e assim restringir a busca apenas ao escrito. Li várias coisas, várias dicas de diferentes mulheres de "como satisfazer um homem". Claro que Dinah não era um homem mas ela tinha um pênis, então.
Quando terminei de ler o que eu considerava suficiente, a escola já estava deserta. Então, fui pra sala de Dinah que já me esperava.
"Tranca a porta e vem aqui."
Ela estava sentada na sua cadeira, com uma pose que me intimidava. Eu tranquei a porta, ainda assustada e fui até ela. Ela me fez sentar em seu colo e passou a mão grande pelo meu rosto, subindo até meus óculos e tirando-o do meu rosto.
"Você é linda, sabia?"
Era a primeira vez que me chamavam de linda e eu devo ter ficado vermelha que nem um pimentão. Baixei o rosto, envergonhada, mas ela segurou meu queixo voltando a levantá-lo.
"Você tem que parar de ficar abaixando a cabeça. Não deve deixar as coisas que esses idiotas dizem te abalar. Eles vão trabalhar pra você no futuro."
Ela sorriu pra mim e eu não pude evitar sorrir de volta. Eu não entendia porque ela estava sendo carinhosa daquele jeito se ela só queria que eu chupasse ela.
Ela voltou a colocar os óculos no meu rosto e começou a alisar minha coxa nua. Eu estava usando uma saia xadrez vermelha que deixava quase todas as minhas coxas de fora e ela estava aproveitando isso. Eu parei a mão dela antes de que a mesma entrasse dentro da minha saia.
"Não era esse o nosso acordo."
Ela tirou a mão da minha coxa, assentindo. "Tem razão, me desculpa." Ela me tirou no colo dela e começou a abrir as calças, enquanto eu olhava nervosa. "Se ajoelha."
Eu respirei fundo e fiz o que ela mandou, me ajoelhando na frente dela enquanto ela abaixava as calças. Ela logo baixou a cueca também e eu fiquei mais assustada ainda quando vi o tamanho do m****o dela. Não ia caber nem metade na minha boca!
Ela segurou o p*u e ficou se tocando com uma mão enquanto mexia no meu cabelo com a outra e ia cada vez empurrando mais minha cabeça pra baixo. Era agora ou nunca. Eu fechei os olhos e deixei ela encostar a cabeça nos meus lábios e então fiz o que havia lido na internet. Coloquei a lingua pra fora e passei ela em volta da cabeça do p*u de Dinah.
Ela suspirou e segurou mais firme no meu cabelo. Eu continuei lambendo apenas a cabeça por um instante, sentindo o gosto do pré-g**o dela. Não era tão r**m quanto eu pensava e inclusive me excitava um pouco. Depois eu fechei meus lábios ao redor da cabeça do p*u dela e chupei devagar. A cada chupada que eu dava, eu baixava um pouco mais a cabeça, colocando cada vez mais do seu p*u na boca.
Dinah só gemia e suspirava, sempre agarrando o meu cabelo e eu me excitava cada vez mais com aquilo. Jamais que eu imaginei que fosse me excitar por chupar o p***o da diretora. Mas ali estava eu, chupando cada vez com mais vontade e gostando. Eu sentia minha b****a molhar à medida que eu ia subindo e baixando a cabeça no enorme p*u de Dinah.
Em pouco tempo eu já estava tão molhada que a calcinha grudava na minha b****a e me incomodava. Tive que levar uma mão até o meio das minhas pernas e começar a me tocar pra alivar a dor que eu já sentia de tanto t***o. Escutei ela gemer mais alto nessa hora e abri os olhos pela primeira vez, olhando pra ela sem parar de chupar seu p*u. Ela olhava como eu me masturbava e aquilo parecia excitá-la mais ainda.
"Isso, se toca enquanto me chupa. E fica olhando pra mim, não pára de me olhar." Ela me pediu, puxando um pouco o meu cabelo.
Eu obedeci suas ordens e continuei me masturbando e olhando ela enquanto engolia seu p*u. Quando eu aumentei a velocidade das chupadas, meu óculos começou a escorregar e eu fui tirá-los mas Dinah não deixou.
"Não, fica com os óculos. É sexy demais."
Eu apenas arrumei os óculos, prendendo-o no meu cabelo para que não caisse e continuei com o meu serviço. Eu subia e descia minha boca no m****o duro de Dinah, acariciando o mesmo com a lingua enquanto isso. Às vezes eu parava de chupar pois a saliva ia se acumulando dentro da minha boca e eu tinha que engolir e aproveitava pra algumas lambidas em suas bolas, tal e como eu havia lido.
Aquilo devia ser muito bom pra ela, pois ela gemeu muito e mais ainda quando eu comecei a chupar uma das bolas. Ela falava vários palavrões enquanto eu alternava entre uma bola e a outra e no final, consegui meter as duas na boca. Fiquei com ambas dentro da boca, brincando com elas com a ponta da minha lingua. Eu tinha lido que aquilo fazia os homens delirarem e pude comprovar que era verdade. Dinah arfava e jogava a cabeça pra trás puxando meu cabelo com mais força.
"Ally, eu vou gozar." Ela me avisou, sem parar de puxar meu cabelo.
Quando ela disse isso, eu bulinei meu c******s mais rápido, querendo gozar também. Tirei as bolas dela da boca e voltei a chupar seu p*u, colocando o máximo que eu conseguia na boca. Dinah já não se controlava mais, segurava minha cabeça e enfiava o p*u na minha boca até onde ela via que eu aguentava. Eu só fiquei com a cabeça quieta, sendo o brinquedo s****l dela e deixando ela f***r a minha boca.
Eu já não podia chupá-la e a saliva voltava a acumular na minha boca, escorrendo pelos cantos dos meus lábios. Dinah dizia que aquilo era "sexy pra c*****o" e fodia minha boca mais rápido e com mais força. Eu me engasguei várias vezes mas aguentei firme. Eu já estava gozando e gemi alto mas meu gemido foi abafado pelo enorme m****o que eu tinha enfiado até a garganta.
Dinah ficou estocando na minha boca durante mais algum tempo, até que eu vi seu corpo tremer um pouco e ela tirou o p*u da minha boca. Ela começou a se masturbar e eu vi que ela ia fazer um estrago no meu rosto. Ela apontou bem pros meus lábios que estavam entreabertos, pois eu ainda estava me recuperando do meu próprio orgasmo, e disparou sua p***a neles. Enquanto ela gozava, alguns jatos foram parar também no meu nariz e nas minhas bochechas e eu acabei com o rosto todo melado de esperma.
Ela se masturbou até que não saia mais nada da pequena a******a da cabeça do seu m****o e logo se encostou na cadeira de couro, com a respiração ofegante. Eu na mesma hora fiquei de pé, pois meus joelhos já doiam de estar ajoelhada tanto tempo e busquei meus lenços de papel dentro da minha mochila. Limpei meu rosto, enquanto Dinah me olhava, ainda nua da cintura pra baixo e respirando irregularmente.
"Espero que cumpra sua parte do trato." Eu disse jogando os lenços de papel sujos no cesto de lixo ao lado da mesa dela.
Ela deu uma risada, enquanto subia a cueca e as calças. "Pode deixar. A partir de amanhã, ninguém mais incomodará você."
Eu assenti, me sentindo super suja. Não só literalmente, pela p***a seca no meu rosto, mas por dentro também por ter feito algo tão baixo. E por ter gostado. Peguei minha mochila e já ia saindo quando a voz de Dinah me fez parar.
"Ah e Allyson... Se quiser um bis eu vou estar aqui." Ela piscou pra mim, já perfeitamente vestida e sentada.
Eu não respondi e apenas sai da sala mas aquilo fez minha b****a piscar. Um bis. Talvez eu precisasse de um depois daquilo. Ou de vários.
xxx-xxx-xxx
Parte 2
Já haviam se passado três meses desde o dia em que eu fiz aquele... pequeno favor para a diretora Hansen.
É incrível como a vida pode mudar tanto em apenas três meses.
Ela cumpriu o que prometeu e conseguiu que Becky e todos os outros me deixassem em paz. Eu não sei ao certo o que foi que ela fez, só sei que eles pareciam ter medo até de me olhar. A partir daquele dia, ir para a escola passou a não ser tão insuportável.
Ainda mais quando duas semanas depois, a treinadora das líderes de torcida me viu dançando no auditório da escola; para uma peça de teatro que estávamos ensaiando; e me convidou (na verdade, me intimou) a participar do seu grupo. Eu sempre soube que eu dançava bem, mas não imaginava que dançava tão bem a esse ponto.
Ela fez alguns comentários; nada educados; sobre a minha altura e de que eu seria perfeita para ser jogada no ar nas atuações. Claro que meu primeiro pensamento foi: Eu sendo jogada no ar por Rebecca e sua gang? Não, obrigada! Mas eu estava no último ano de escola e quantas mais atividades escolares eu fizesse, mais créditos eu ganharia para entrar em uma boa faculdade. E eu sabia que ser cheerleader ajudava muito a ganhar uma boa bolsa de estudos em qualquer faculdade do país.
Para mim, escola era um pequeno inferno pelo qual eu tinha que passar antes de ir para a faculdade e estudar aquilo que eu realmente queria. Por isso, eu aceitei me tornar parte do grupo que eu mais odiava no mundo. Tudo fosse por estudar na melhor de todas.
Ao contrário das outras meninas, eu me uní ao grupo pensando no meu futuro e não pela popularidade que ser líder de torcida supunha. Para falar a verdade, logo na primeira semana eu descobri que odiava ser uma delas. E para minha surpresa, parecia que a maioria delas também odiava estar ali e se estavam, era apenas pelo status.
Status realmente é tudo nessa fase. É tão importante, que fazia aquelas meninas quase morrerem de fome e viverem à base de chá diurético. Que fazia elas se relacionarem com pessoas que odiavam e viver de aparências, apenas para não perder a tão desejada popularidade.
Eu consegui essa tão sonhada glória depois do meu primeiro mês no grupo. Pessoas que antes me insultavam ou tiravam sarro de mim, agora me cumprimentavam pelos corredores da escola como se fossem meus amigos. Eu recebi mais convites de amizade no f*******: em uma semana do que nos três anos que fazia que eu tinha criado a conta. Recebi mais convites para festas em um mês do que em toda a minha vida.
Eu adoraria dizer que a popularidade não me mudou, mas eu estaria mentindo. É algo fútil e frio mas quando você está dentro, é como se te cegasse e você se pega querendo mais e mais do que ela tem para te oferecer.
A Allyson nerd e rejeitada social, não existia mais. Agora eu era uma das garotas mais populares da escola, e uma das mais desejadas. Eu mudei o meu estilo, mudei o meu cabelo, mudei tudo que me relacionava com o meu antigo eu. Minhas roupas eram mais provocativas, mas sem ser vulgar. Meu cabelo estava agora coberto por mechas e luzes loiras e o novo corte deixava ele com mais vida. Eu tinha perdido alguns kilos, embora eu não precisasse porque nunca tive problemas com o meu peso mas isso fez com que minhas pernas ficassem mais finas e mais bonitas. Parei de usar óculos e passei a usar lentes de contato sempre, eu só usava os óculos de noite, em casa.
Em resumo, eu havia me convertido em uma daquelas garotas que eu tanto odiava mas ao contrário do que eu pensava, eu gostei dessa mudança. Eu não vou ser hipócrita e dizer que odiava a minha nova vida, porque isso seria uma mentira e tanto. É claro que eu gostava de ser desejada, de ser invejada, de ser admirada. Afinal, quem não gostaria de pisar na escola e que todos olhassem e soubessem seu nome?
Comecei a namorar Daniel pouco depois de entrar no grupo. E não, ele não estava no time de soccer, isso seria bem clichê. Na verdade, ele nem estudava na minha escola, aliás ele nem estudava mais. Danny tinha vinte e quatro anos e era músico, ele trabalhava em um bar do centro da cidade, onde ele tocava e cantava. Conheci ele em uma das muitas festas que eu fui no meu segundo mês de queen been. Ele era primo do menino que dava a festa e por isso estava ali, no meio de todos aqueles adolescentes.
Me encantei com ele assim que o vi. Ele era tão lindo e parecia ser tão meigo. Eu aproveitei o fato dele se sentir meio fora de lugar na festa, para levá-lo para um canto e conversar com ele. Nós conversamos a noite inteira, sobre música, sobre faculdades, sobre tudo e mais um pouco. No final da festa, trocamos os números de telefone e ele prometeu me ligar no dia seguinte.
Ele me ligou, nós saímos e voltamos a sair outras vezes. Começamos a namorar e o resto; como se diz; é história.
Eu perdi a minha virgindade com Danny, algumas semanas depois de começar o namoro. A primeira vez foi horrivel, mas eu já esperava que fosse assim. A segunda, também não foi muito boa. Eu só comecei a gostar de verdade, depois da terceira vez. Mas ainda assim, eu não podia evitar pensar em Dinah quando transava com ele.
Eu lembrava do dia em que eu chupei o p*u dela e de como era grande, de como ela parecia ser boa de cama. Eu me sentia culpada por pensar nela enquanto transava com o meu namorado, ainda mais ele que era um doce de pessoa e me tratava tão bem, mas eu não conseguia evitar. Eu tinha certeza de que Dinah conseguiria me dar muito mais prazer do que ele. Eu tinha certeza disso cada vez que lembrava como eu fiquei molhada só de ter chupado ela, isso nunca aconteceu com Danny.
Embora o que eu estivesse prestes a fazer fosse horrivel e baixo; mais baixo ainda do que ter feito um boquete na diretora para conseguir um pouco de paz; era necessário. Eu estava cansada de ficar pensando em Dinah e imaginando todo o prazer que ela, com certeza, seria capaz de me dar. Eu estava super frustrada sexualmente, meu namorado não me satisfazia e isso estava afetando o meu humor. Eu passava o dia com cara de poucos amigos e com vontade de sair quebrando coisas. m*l conseguia me concentrar nos treinos e muito menos em estudar.
Eu precisava acabar com aquilo!
Fui até a sala da diretora Hansen numa sexta-feira, depois de que a escola estivesse praticamente vazia. Eu bati na porta e esperei que ela abrisse. Ela me olhou com aquele sorriso que sempre rondava na minha cabeça e levantou uma sobrancelha.
"Allyson Hernandez. Nossa, quem te viu e quem te vê, hein? Entra."
Ela deixou que eu entrasse na sala e eu logo fui até o meio da mesma, olhando a cadeira de couro dela e lembrando do que aconteceu ali a três meses atrás. Só a lembrança foi suficiente para me deixar molhada.
Dinah fechou a porta e se virou para me olhar. "Em que posso te ajudar?"
Naqueles meses, eu tinha aprendido a deixar a timidez de lado e a dizer tudo que eu queria sem rodeios. E foi exatamente isso que eu fiz.
"Lembra daquele bis que você me propôs? É isso que eu quero."
Ela me olhou durante algum tempo sem dizer nada, me olhava de cima a baixo, como se estivesse me examinando. Eu pensei que ela estivesse me secando e já estava me preparando para uma ronda de sexo quente mas quando ela chegou nos meus olhos, eu percebi que não era isso. Ela olhou o meu rosto do mesmo jeito e eu pude ver que ela parecia não gostar do que estava vendo.
"Não."
A resposta dela foi curta e grossa. E eu não entendi o porque daquele não. Eu estava ali linda, exuberante e pronta para lhe dar prazer e ela me dizia não. Depois de meses sendo bajulada, eu já nem lembrava o que era ouvir um não. E eu não gostei nem um pouco.
"Como assim não? Por quê não?"
"Você não me atrai."
Eu franzi o cenho e cruzei os braços com aquela resposta. Qual era o problema daquela mulher? Me disse que eu era linda e agora dizia que não sentia atração por mim. Que sentido tinha aquilo? Nenhum!
"Como assim eu não te atraio? Eu sou a mesma garota que você estava louca pra comer a três meses atrás!"
Ela chegou perto de mim e sorriu, balançando a cabeça. "Aí que você se engana. Você não é a mesma garota, aquela garota não existe mais. Se olhe no espelho, o que você vê? Vê algo daquela menina ai? O que eu vejo, é uma garota insegura que se esconde atrás dessa falsa segurança que a popularidade dá. O que eu vejo, é mais uma dessas líderes de torcida insuportáveis e superficiais. O tipo de garota do qual você me pediu ajuda para se livrar a três meses atrás. Agora você é uma delas. Que irônia, não?"
Era só o que me faltava, aquela pervertida vir me dar lição de moral e me julgar! Uma mulher que pede favores sexuais para uma aluna, senão para várias. Que moral ela achava que tinha para me julgar daquele jeito?
"Você acha que tem alguma moral para me julgar, diretora Hansen? Deixa eu ver se eu adivinho... Você gosta de meninas indefensas, que precisam da sua ajuda, porque ai você pode se aproveitar delas. Não é isso? Você gosta de se sentir poderosa, por isso não gosta do tipo de menina que eu sou agora. Porque agora eu não preciso de você."
"É, não precisa de mim mas está aqui me pedindo pra eu te comer." Ela passou a mão pelo meu rosto mas eu virei a cabeça. "Agora me dá licença, que eu ainda tenho trabalho pra fazer aqui."
Aquela mulher tinha muita audácia mesmo! Eu nem me dei ao trabalho de continuar discutindo com ela e saí daquela sala batendo a porta. Agora além de frustrada, eu estava morrendo de raiva.
Depois daquele dia, tudo foi ladeira abaixo. Eu não conseguia mais t*****r com Danny e isso terminou acabando com o nosso namoro. Eu não culpo ele, na verdade eu também não estava feliz com aquela relação.
Cada dia se tornava mais difícil de aguentar o peso de estar no topo. Cada dia era mais difícil de aguentar toda aquela hipocrisia e conversas banais, toda aquela falsidade. Cada dia eu odiava mais fazer parte das lideres de torcida. Meu corpo não aguentava mais tanto treino e tanta dieta. Minhas notas tinham baixado, por muito que eu estudasse, era como se minha mente não funcionasse direito.
Eu tinha deixado o clube de ciências pouco depois de ter entrado no grupo e me arrependia muito. Eu sentia falta de estar rodeada de pessoas sinceras, de pessoas inteligentes. Eu sentia falta de me sentir inteligente, de sentir que seria útil para a humanidade no futuro.
Eu precisava dar a volta na situação, porque se eu continuasse com aquelas notas, nem o cheerleading me ajudaria a ter uma bolsa de estudos decente. As provas semi-finais eram a minha última oportunidade.
Eu saí do grupo e não entrei em nenhum outro. Eu queria me centrar só em estudar e tirar as melhores notas possiveis. Não preciso nem dizer que todos aqueles amigos no f*******: e toda aquela gente me bajulando na escola, desapareceram. Eu nem me importei, na verdade foi até um alivio, pois eu estava cansada daquilo. Havia se tornado sufocante.
Eu me matei de estudar mas mereceu a pena, tive ótimas notas nos semi-finais e teria ótimas notas nos finais também. Eu me sentia muito melhor, tinha voltado a me alimentar direito e me sentia bem mais forte. Era bom voltar a ter aquela paz de sentar sozinha na hora do almoço, sem ter que fingir interesse em conversas fúteis.
Como resultado de tanto estudo, as lentes de contato se tornaram um problema. Meus olhos viviam secos e doendo e eu decidi voltar a usar os óculos. Continuei usando as roupas novas, até porque eu gostava delas, mas essa era a única coisa que me ligava à minha breve etapa de plastic.
Foi então quando uma tarde, depois das aulas, três das lideres de torcida me pararam na saída da escola. Eu tinha apenas virado a esquina quando elas apareceram na minha frente. Fazendo um breve resumo do que aconteceu: elas disseram umas quantas besteiras sobre eu ter deixado o grupo, me xingaram e me empurraram. O empurrão por si só, não doeu. O que doeu foi quando eu cai, ralando os cotovelos no chão.
Elas riram e me xingaram de novo, quando eu já estava no chão, antes de dar meia volta e irem embora. Eu fiquei sentada no chão um tempo, olhando meus cotovelos que estavam sangrando e assoprando para que a dor diminuísse. Eu senti raiva e nojo de mim mesma naquela hora, de pensar que eu fiz parte daquele grupo. De pensar que durante um tempo, eu fui como elas.
Eu me sentia tão i****a que tive vontade de chorar e por mais que eu me segurasse, algumas lágrimas insistiam em cair dos meus olhos. Eu peguei meus livros que tinham caído e tentei me levantar do chão, quando senti uns braços fortes me segurando pela cintura e me ajudando a levantar. Eu olhei para atrás e vi que era Dinah, o que me fez me afastar na mesma hora. Eu ainda estava com raiva dela e não queria ela perto de mim.
Eu saí andando, como se nada tivesse acontecido, mas ela ficou na minha frente, me parando.
"Deixa eu te levar em casa."
"Não." Eu respondi, curta e grossa, que nem ela naquele dia.
Ela suspirou e passou um braço pela minha cintura, me levando até o carro dela. Eu tentava me soltar e mandava ela me largar, mas ela só me apertava mais contra ela e continuava andando.
"Me solta, eu não quero nada de você!" Eu gritei, nem ai se alguém escutava.
"Mas eu vou te levar pra casa, você querendo ou não."
"E vai me ajudar por quê? Agora que eu voltei a usar óculos e a ser alvo de bullying, você quer me comer? Vai querer que eu chupe seu p*u de novo pra me proteger delas? Pois saiba que eu não preciso mais da sua merda de proteção!"
Eu tentei me soltar dela com tanta força, que meus livros voltaram a cair no chão e eu soltei um grunhido frustrado e me afastei dela. Eu nem liguei para os livros, eu só andei, querendo sair dali enquanto mais e mais lágrimas molhavam o meu rosto.
Eu sabia que estava andando devagar e Dinah logo me alcançou. Ela colocou uma mão no meu ombro e eu não sei o que me deu, que me virei e abraçei ela. Eu me sentia sozinha, me sentia carente e o cheiro do perfume dela me acalmava.
"Está tudo bem. Deixa eu te ajudar."
Ela fez um carinho nas minhas costas e beijou o topo da minha cabeça, antes de me levar pro carro dela e me ajudar a entrar. Eu percebi que meus livros estavam no banco de atrás, enquanto ela entrava no lado do motorista.
Dinah abriu o porta luvas e tirou um pequeno kit de primeiros socorros. Eu já m*l lembrava dos meus cotovelos esfolados, já m*l sentia a dor. Ela desinfetou os machucados, o que ardeu pra caramba, e depois colocou um band-aid grande em cada cotovelo. Eu não falei nada, apenas deixei ela cuidar dos machucados em silêncio.
Depois de terminar, ela ligou o carro e me perguntou onde eu morava. Foi nessa hora que eu decidi que ia ter aquela mulher de uma vez por todas. Eu passei por muita coisa naqueles últimos meses e Dinah era a minha recompensa. Eu precisava daquilo, eu não aguentava mais tanto stress e tanto frustração.
"Me leva pra sua casa."
Ela me olhou, balançando a cabeça. "Não."
"Eu continuo sem te atrair? O que eu preciso fazer pra você voltar a me desejar? Usar minhas roupas velhas, mudar o meu cabelo?"
Ela voltou a suspirar e começou a dirigir. "Não tem nada a ver com isso, Allyson. O que eu pedi pra você fazer foi errado, muito errado. Eu nem sei no que eu estava pensando pra fazer uma coisa daquelas."
"Mas eu quero. Eu gostei, Dinah. O que eu mais quero é t*****r com você."
Ela ia responder mas eu nem lhe dei a chance. Eu encostei os lábios no pescoço dela e comecei a beijar o mesmo, fazendo ela arrepiar. Faltavam apenas dois meses para acabar a escola e eu não ia ir embora com a vontade. Eu precisava ter ela, nem que fosse só uma vez.
"Ally..."
"Só uma vez." Eu sussurrei no ouvido dela.
Eu vi ela apertar o volante e arrepiar novamente e bastou um simples gesto com a cabeça vindo dela para que eu sorrisse e voltasse a sentar no banco.
Ela me levou pra casa dela e assim que entramos, começamos a nos beijar. Ela encostou o meu corpo na porta e segurou minhas coxas, levantando meu corpo e eu coloquei as pernas ao redor da cintura dela. Ela apertava minhas coxas e eu segurava o cabelo dela, enquanto nos beijávamos com vontade. Eu nem sentia mais a dor nos meus cotovelos, só sentia um t***o enorme tomando conta de mim.
Dinah parou o beijo por um instante e me olhou nos olhos, fazendo um carinho no meu rosto.
"Você é realmente linda."
Tal e como da primeira vez, eu fiquei vermelha com o elogio e dei um leve sorriso. Dinah devolveu o sorriso e voltou a me beijar, deixando minhas pernas bambas com a intensidade do beijo.
Depois de um bom tempo naquele amasso na porta, ela me levou no colo até o quarto dela e me deitou na cama, com cuidado. Eu sabia que ficar em baixo dela não seria uma boa opção, por causa dos cotovelos machucados, então pedi para ficar em cima. Ela pareceu gostar da ideia e depois de me ajudar a tirar a blusa e o sutiã, para eu não me machucar, ela começou a tirar a roupa também.
Eu tirava a minha sandália e a minha saia, enquanto olhava o corpo dela. Ela tinha um corpão e assim que ela começou a abrir as calças, eu estremeci, já sabendo o que veria.
O p*u dela parecia maior ainda do que eu lembrava. Já estava duro e minha boca encheu de água assim que eu o vi. Se eu não estivesse tão desesperada por sentir ela dentro de mim logo, eu com certeza teria caido de boca nele.
Assim que terminamos de tirar a roupa, Dinah sentou do meu lado e eu logo sentei no colo dela. Nós voltamos a nos beijar intensamente, as mãos grandes e fortes dela apertavam a minha b***a e eu gemia no beijo. Eu me esfregava no p*u dela, deixando ele molhado e Dinah me puxava para mais perto. Ela sugava e mordia os meus lábios, me deixando com mais t***o ainda e depois de deixar eles quase que em carne viva, ela passou a dar atenção para os meus s***s.
Ela passava a língua pelo meio deles e logo dava leve mordidas e chupadas em ambos. Chupou por alguns instantes o bico de um deles e logo o do outro. Eu só conseguia gemer e segurar o cabelo dela, enquanto ela me dava prazer. Ela m*l tinha começado a me f***r e eu já estava sentindo mais prazer com aqueles preliminares do que em qualquer uma das transas com Danny.
"Você não é mais... Ou é?"
Eu percebi que ela estava perguntando se eu não era mais virgem e balançei a cabeça, dizendo que não. Ela pareceu aliviada com a resposta e logo pegou uma camisinha na gaveta do criado mudo. Antes de abrir a pequena embalagem, ela me olhou nos olhos novamente.
"Você tem certeza que quer mesmo fazer isso?"
"Absoluta."
Depois da minha resposta, ela me deu um outro beijo e logo abriu a embalagem e colocou a camisinha. Eu não perdi tempo e segurei o p*u duro dela pela base, me posicionando em cima dele e sentando aos poucos.
O p*u de Dinah ia entrando aos poucos e eu mordia o lábio enquanto baixava, indo devagar. O tamanho do p***o dela não tinha nem comparação ao tamanho do p***o do meu ex namorado e doía um pouco ao entrar mas nada insuportável. Eu continuei baixando, até que eu tinha todo aquele m****o dentro de mim. Meus olhos estavam fechados enquanto eu sentava mas depois eu os abri e olhei o rosto de Dinah. Pela expressão do seu rosto, ela parecia estar sentindo bastante prazer.
Eu apoiei minhas mãos no peito dela e comecei a subir e a baixar, devagar. Meu interior ia se acostumando cada vez mais ao tamanho do p*u dela e a dor estava passando e dando lugar e um prazer que eu jamáis havia sentido. As mãos de Dinah, que ainda estavam na minha b***a, foram parar na minha cintura, onde ela segurou firme.
Eu m*l conseguia descrever o que eu estava sentindo, era algo tão intenso e tão embriagador que ia além das palavras. Não existiam palavras para descrever algo tão bom assim. Eu me sentia cheia, preenchida, completa. O p*u de Dinah tocava lugares dentro de mim que eu nem sabia que existiam.
Em pouco tempo, eu já estava saltando em cima dela. Eu cavalgava ela o mais rápido que eu podia, eu praticamente pulava no p*u dela. E cada rebolada que eu dava, me fazia delirar de t***o. E pelo jeito que Dinah gemia e apertava a minha cintura, ela sentia o mesmo.
"Tá gostoso, pequena?"
"Tão gostoso, Dinah!"
"Era isso que você queria, era? Me diz."
"Sim! Eu quero mais! Me dá mais!"
Depois dessa pequena troca de frases de filme pornô, Dinah começou a jogar o corpo pra cima, me fodendo desde baixo. Ela segurava na minha cintura e me fodia com força e eu apenas me apoiava na cama e gemia que nem uma p**a. Os meus p****s ficaram bem no rosto dela e Dinah voltou a chupá-los enquanto me fodia.
"Você é tão gostosa, Ally."
Ela passava a língua pelos meus s***s, pelo meu pescoço, até a minha orelha e eu me arrepiava por completo. Me arrepiei mais ainda quando ela deu um tapa na minha b***a e depois outro, do outro lado. Eu já estava fora de mim, eu gritava coisas como: "Me fode, Dinah!" e "Mais forte, mais!"
Ela sempre atendia os meus pedidos e me fodia com mais força ainda, fazendo a cama se mover. Eu gemia, dava alguns gritinhos e suspirava, sentindo minha b****a ficar cada vez mais molhada e apertada. Eu estava prestes a ter o melhor orgasmo de toda a minha vida.
Dinah parecia não cansar, ela se apoiou nos cotovelos e continuou metendo em mim sem perder o ritmo. Assim que eu vi que ia gozar, eu beijei ela e quando eu gozei, meu grito foi abafado pelo nosso beijo. Acho que se eu não tivesse feito isso, a vizinhança inteira teria me escutado!
Ela não ficou muito atrás, bastaram algumas poucas estocadas mais para que ela também gozasse. Eu não podia sentir a p***a dela me encher por dentro, graças à camisinha, mas sentir o p*u dela latejando dentro de mim já era excitante o bastante para mim.
Ela deixou o corpo cair na cama e eu deitei o meu por cima do dela. Dinah me abraçou pela cintura e beijou o meu ombro, o que me fez sorrir. Havia algo nela que me transmitia calma e paz. Embora a minha primeira impressão dela tenha sido que ela era uma pervertida, eu começava a ver que ela melhor do que eu pensava.
"Você nunca deve deixar de ser quem você realmente é, Ally. Se lembre que você é perfeita do jeito que você é."
Eu encostei o queixo no peito dela e olhei nos olhos dela. "Você acha mesmo isso ou é apenas uma frase feita?"
Ela deu uma risada e assentiu, enquanto brincava com o meu cabelo com uma mão e me abraçava com o outro braço.
"É claro que eu acho. Você é perfeita, Allyson."
E pela primeira vez nos meus dezessete anos de vida; incluindo os meus meses de star; eu acreditei quando escutei aquilo. Eu acreditei que eu realmente era perfeita tal e como eu era e eu tive a certeza de que nunca mais iria querer ser outra coisa.