O Que O Destino Nos Depara (Laurinah)

2331 Palavras
POV Lauren O dia estava tão chato. Não tinha entrado nem um só cliente em toda a manhã. E depois o presidente diz que a crise acabou, só rindo. Eu não sabia mais o que fazer pra matar o tempo, já tinha apelado até pro candy crush e ainda não era nem meio-dia. Foi quando escutei aquele sininho irritante que avisava que alguém tinha entrado na loja e olhei pela janela do meu escritório. Uma mulher morena e alta entrou pela porta e um dos meninos que meu pai tinha colocado pra trabalhar ali foi correndo atendê-la. Engraçado que não vi ele correr daquele jeito quando veio aquele velho barrigudo ontem. Revirei os olhos e voltei pro meu jogo, eu só costumava me meter nas vendas se eu via que eles estavam fazendo merda. Depois de alguns minutos, fechei o jogo e voltei a olhar pela janela. A mulher estava com os braços cruzados, encarando o meu vendedor que parecia não saber o que fazer. Eu ainda me perguntava onde o meu pai tinha arrumado uns caras tão incompetentes! Aquele já estava com os dois pés na rua. Arrumei o meu cabelo e sai do meu escritório, indo até os dois. "James querido, pode deixar que eu atendo a moça." Ele me olhou com aquela cara de inútil assustado e assentiu, saindo dali devagar enquanto eu já lhe advertia do que lhe esperava com o olhar. Depois que ele saiu, eu olhei para a mulher e só então percebi como ela era gostosa. Eu tive que me segurar para não olhar diretamente para os lábios dela, ou pior ainda, pro decote. Tive que ativar o modo profissional e colocar um sorriso nos lábios. "Em que posso lhe ajudar?" Ela parecia mais relaxada agora e devolveu o sorriso. E que sorriso. "Eu espero que você realmente possa me ajudar porque aquele moleque não entende porcaria nenhuma de carro, não sabe responder nada." Ah mas aquele filhote de veado já estava no olho da rua e nem sabia. "Eu peço desculpa por isso mas pode ficar tranquila que eu posso responder qualquer dúvida que você tenha. Por certo, meu nome é Lauren Jauregui. Eu sou a gerente." Eu ofereci minha mão pra ela e ela aceitou o aperto de mão, me dizendo que seu nome era Dinah. Eu senti um arrepio percorrer a minha coluna quando nossas mãos se tocaram mas disfarçei e perguntei o que ela estava buscando. Ela parecia saber o que queria, me disse um monte de detalhes específicos sobre vários componentes do carro. Não me estranha que o lesado do James não tenha conseguido ajudá-la. Mostrei vários carros pra ela mas ela parecia não se contentar com nenhum. Eu porém, me contentava com a vista cada vez que ela se abaixava para olhar dentro de algum deles antes de entrar. Eu já estava morrendo de calor e quanto mais tempo eu passava com Dinah mais meu calor aumentava. Até que uma hora ela me olhou e deu uma risada. "Você parece um tomate de tão vermelha, Lauren. Você está bem?" Fiquei morrendo de vergonha naquela hora mas disfarçei com um sorriso. "Sim, estou bem sim. É só que está quente aqui." Ela franziu um pouco o cenho, ainda me olhando. "Você acha? Está marcando 19° no ar acondicionado, eu estou até ficando com frio." Aquela era uma boa desculpa pra eu sair de perto dela um pouco! "É mesmo, pode deixar que eu vou subir um pouco a temperatura." Várias baixarias passaram pela minha cabeça quando eu disse isso mas Dinah não percebeu, pois ela sorriu e me agradeceu. Eu sai dali e fui até a minha sala e depois de subir a temperatura do ar, eu lavei meu rosto com água fria. Eu precisava me controlar se não eu ia acabar tendo um acidente e além de passar vexame ainda ia perder uma venda. Depois de me recompor, eu voltei a atender Dinah. Como estava quase na hora do almoço, eu dispensei os dois vendedores porque eles não estavam fazendo nada e eu não aguentava mais olhar aquelas caras de retardados deles. Se Dinah decidisse logo o que queria, até eu ia poder almoçar mais cedo. Mostrei outro carro pra ela e dessa vez ela pareceu se convencer. Enquanto eu explicava todas as características do carro, ela abria o porta malas, o capô e eu olhava aquele corpo maravilhoso dela e continuava com o bla bla bla de vendedor. Dinah ia entrar pra ver o carro por dentro mas parou depois de abrir a porta e me olhou estranho. Merda, será que eu... "Você disse... "que b***a gostosa"?" É, eu falei alto. Droga! "N... Não. Não, é claro que não. Você deve ter entendido errado." Ela levantou uma sobrancelha, me encarando. "Ah sim, e o que você disse então?" Fodeu! "Eu disse... "Que máquina ampliosa"..." "Essa palavra nem existe, Lauren." "É. Me desculpa, é que eu sou disléxica." Ela ficou me encarando algum tempo e depois começou a rir de gargalhada. Eu continuava tensa no mesmo lugar, sem saber o que esperar. Aquela mulher não era b***a e aquela minha desculpa foi ridicula, ela ia ir embora sem comprar nada com certeza. "Você é muito cara de p*u, isso sim!" Ela disse parando de rir mas ainda sorrindo. "Você gostou da minha b***a é?" Ela se aproximou a mim, até ficar bem na minha frente e eu abri um pouco a boca, sem saber o que dizer. Então, ela colocou a mão na minha barriga e voltou a me fazer a mesma pergunta. Eu só consegui assentir, crente de que ela estava me trollando e ia sair dali na mesma hora. Mas para a minha surpresa, ela deu um risinho e logo encostou os lábios no meu ouvido. "Só da b***a?" Ela perguntou em um sussurro. "Não, dos p****s também." Eu quis encher a minha própria cara de tapa. De onde eu tirei aquela falta de vergonha pra falar aquilo, nem eu sabia! Parecia que eu não estava conseguindo pensar, eu acho que estava ficando sem sangue no cérebro. Se é que vocês me entendem. Dinah voltou a rir e logo me encarou novamente. "Gostei de você, Lauren. Você é bem direta. Eu gosto disso." Sem falar mais nada, ela puxou minha camisa social e me beijou com vontade. Eu não era i****a de deixar passar aquela chance e mandei a profissionalidade pra merda. Segurei a cintura de Dinah, beijando ela com a mesma intensidade enquanto meu amiguinho ia ficando cada vez mais duro. Eu nem me liguei que estavamos no meio da loja e que a loja estava aberta, foi Dinah quem parou o beijo e me puxou pra minha sala mas antes disso eu decidi fechar a loja pra não ter perigo de ninguém entrar. Ela ficou me esperando na sala, enquanto eu fechava o local o mais rápido que eu conseguia. Assim que terminei e fui até minha sala, encontrei Dinah sentada em cima da minha mesa me chamando com o dedo. Nossa, se ela já era gostosa sem tentar, tentando então! Fechei a porta da minha sala e fui que nem um cachorrinho até ela, que logo voltou a atacar a minha boca. Eu segurava e apertava as coxas dela enquanto nos beijávamos, fazendo a saia dela subir cada vez mais. Eu estava impaciente e tentei tirar logo a blusa dela mas Dinah parou as minhas mãos com um sorriso provocativo nos lábios. "Está com pressa, Lauren?" Ela perguntou, abrindo os botões da minha camisa devagar. "Está com pressa pra ver minha b***a e meus p****s gostosos?" Ela deu outra risada e eu teria ficado com vergonha se não fosse o p**a t***o que eu estava sentindo. "Estou, dá você andar logo com isso?" Ela não pareceu ligar pro meu pedido e continuou abrindo botão por botão da bendita camisa. "Calma, temos tempo. Ou você tem problema de ejaculação precoce?" Eu franzi o cenho, me sentindo ofendida com aquilo. Eu nunca tive problemas de melar a cueca e não ia ser agora que eu teria, por muito gostosa que ela fosse. "Claro que não!" "Isso é bom, porque eu quero aproveitar muito do seu amiguinho aqui." Então ela colocou a mão quente bem em cima do meu p*u e deu uma leve apertada. Eu dei um suspiro e voltei a levantar a blusa dela, dessa vez ela não me parou e levantou os braços, me ajudando. Fiquei um tempo olhando os p****s dela cobertos pelo sutiã de renda vermelho e babando. Ela tinha uns s***s fartos e me dava vontade de meter o rosto no meio deles ou de fazer uma espanhola. Uma espanhola naqueles p****s seria tudo. "Lauren, alô! Dá pra baixar pra terra?" Devo ter viajado mas logo tirei o sutiã dela e finalmente vi seus s***s. Eram ainda mais perfeitos do que eu imaginava e eu não perdi tempo em cair de boca neles. Comecei por chupar o bico de um deles e Dinah logo começou a gemer e a segurar o meu cabelo, me incentivando a continuar. Eu chupava, passava a língua, dava mordidinhas bem de leve e logo soprava. Ela arrepiava sempre que eu fazia isso e eu sorria ao ver o efeito que eu estava tendo sob o corpo dela. Depois de brincar bastante com ambos s***s, eu voltei a beijá-la enquanto abria minhas calças. Meu p*u estava latejando e doendo de tão duro, só o alivio de libertá-lo, me fez gemer. Dinah se levantou da mesa, ficando de pé e também tirou a saia e logo a calcinha, ficando completamente pelada na minha frente. Ela tinha o corpo de uma deusa e por um instante eu me preocupei com o assunto da ejaculação precoce. Mas aguentei firme e me concentrei, eu não podia passar por uma vergonha daquelas. Terminei de tirar a calça e logo tirei também a cueca, deixando meu p*u livre. Dinah fez um comentário sobre ele mas eu nem escutei, pois estava ocupada buscando uma camisinha nas gavetas da minha mesa. Assim que encontrei uma, eu coloquei e voltei a encostar em Dinah mas ela se virou de costas pra mim. "Já que estava tão interessada na minha b***a, acho que vai gostar de me comer nessa posição." Ela piscou pra mim e se segurou na mesa, curvando o corpo e apontando a b***a pra mim. Eu não estava enganada, aquela b***a não iludia. Era realmente linda, fiquei com vontade de dar alguns tapas nela mas não fiz isso. Eu m*l conhecia Dinah e não sabia se ela gostava ou não dessas coisas, então deixei pra lá. Eu passei as mãos pela b***a dela e apertei os dois lados para logo segurar novamente na cintura dela. Eu puxei o corpo dela mais pra trás e encostei meu p*u na b****a molhada dela mas fiquei só pincelando. No começo, ela gemeu mas logo ficou irritada com a demora. "Me come logo, Lauren!" Eu dei uma risada. "Quem está com pressa agora?" Ela virou o rosto e me olhou feio e eu fiz logo o que ela queria, não queria nem imaginar que ela me deixasse na mão. Posicionei a cabeça do meu p*u na entrada dela e fui entrando aos poucos. Dinah gemia baixinho à medida que eu ia entrando e eu mordia meu lábio. A sensação daquela b****a apertada e molhada apertando meu p*u, era das melhores que eu já havia sentido. Quando eu já estava totalmente dentro de Dinah, eu parei e fiquei alisando as costas dela, deixando ela se acostumar ao tamanho. E assim que ela me deu luz verde, eu comecei as estodas. Começaram meio devagar mas logo eu metia nela como se não houvesse um amanhã e quando mais Dinah gemia, mais forte eu metia. Minhas mãos seguravam firme na cintura dela e as vezes na b***a, enquanto eu olhava meu p*u entrar e sair de dentro dela. Tinha vezes que ela contraía os músculos e parecia que ia arrancar meu p*u e embora doesse um pouco, eu adorava. Tal como eu, Dinah jogava a cabeça pra trás e fechava os olhos de prazer. Ela não parava de gemer e eu adorava os gemidos dela, eram tão vocais e me deixavam com mais t***o ainda. Dinah empurrava a b***a pra trás enquanto eu estocava, deixando a nossa transa ainda mais selvagem. E eu estava prestes a gozar, eu nem sabia como não tinha gozado ainda porque eu já estava dura a quase uma hora. Avisei Dinah de que estava quase lá e ela disse que não tinha problema porque ela também estava quase. Isso me fez relaxar um pouco, porque eu queria fazer ela gozar. Então, coloquei meu braço ao redor do corpo dela e comecei a bulinar o clítoris inchado dela enquanto continuava com as estocadas. Isso fez ela gemer mais alto e me pedir pra continuar. Eu fiz sua vontade e esfreguei o g***o dela o mais rápido que pude mas tendo cuidado pra não machucá-la. Não demorou pra ela gozar, gemendo meu nome e arqueando as costas. Eu fiquei deslumbrada com aquela visão e principalmente com o modo que a b****a dela parecia querer fazer meu p*u virar paçoca e gozei logo em seguida. Eu fiquei alisando as costas de Dinah, enquanto ela ainda soltava gemidos baixinhos e suspiros. A única coisa que se escutava ali era o barulho do ar acondicionado e das nossas respirações agitadas. Dinah encostou o rosto na mesa e eu sai dela com cuidado e tirei a camisinha, jogando a mesma no lixo. Depois de subir a cueca e as calças, eu peguei as roupas de Dinah e dei pra ela. Depois que ela voltou em si e colocou a calcinha, eu ajudei ela com a saia e ela sorriu de forma meiga. "Você é linda." Eu disse sem pensar e ela deu um daqueles risinhos. "São seus lindos olhos, Jauregui." Depois de estarmos vestidas e apresentáveis, Dinah decidiu levar o último carro que vimos e depois de assinar os papéis, eu chamei ela pra almoçar comigo. Ela aceitou o convite e já saimos dali no carro novo dela. "E onde você quer comer, senhora disléxica?" Ela riu da minha cara e eu ri junto, no banco do passajeiro, agradecendo por ter ido trabalhar aquele dia em vez de ficar na cama; que era meu plano original. É como dizem, a gente nunca sabe o que o destino nos depara...
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