04 Camille

1188 Palavras
Contei tudo pra Agatha que ficou de queixo caído, e sim eu falei sobre o contrato pra ela pós ela é minha melhor amiga e não escondo nada dela, estou no meu quarto jogada na cama em quando ela tenta ver algo bom nesse casamento. — Pelo menos uma coisa boa sobre o casamento — Comenta ela. — E qual seria essa coisa boa — Pergunto fitando a mesma. — Pelo menos você vai casar com um cara gato — Fala ela e faço careta — A pode falar ele é um gato. — É mais o que tem de gato tem de chato e arrogante — Falo. — Então quer dizer que eu sou gato — Fala ele nos assustando. — Cara você tem que parar de aparecer dessa maneira — Falo com a mão no peito. — Foi m*l não foi minha intenção — Ele fala levantando a mão. — E essa é — Fala apontando o dedo pra Agatha. — Essa é a Agatha minha melhor amiga — Falo. — Prazer sou o noivo da Camille — Ele fala estendendo a mão. — Prazer sou a melhor amiga da Camille — Fala ela pegando a mão dele em um comprimento não tão amigável. — OK, OK o que você faz aqui? — Pergunto encarando o mesmo com a sobrancelha arqueada. — Não posso mais visitar minha querid... — o interrompo. — Pelo o amor que você tem a sua vida, não seja irônico — Falo ameaçadoramente. — Agora me conta que m***a faz aqui. — Está bom — Fala levantando a mão em rendição — Meu pai falou que amanhã tem uma festa onde eu vou te apresenta como minha noiva — OK, mais qual é o motivo de você está aqui em casa escutando minha conversa atrás da porta? — Pergunto. — Primeiro: eu não estava escutando sua conversa atrás da porta, e segundo: meu pai quer que eu leve você para o shopping mostrar o novo casal apaixonado e blá blá blá. — Às vezes acho que você tem 5 anos — Falo. — OK antes que comece uma DR eu vou indo então tchau casal — Fala ela saindo. — Como sabe que eu falei pra ela do contrato? — Pergunto. — Escutei atrás da porta — Fala dando de ombro e depois ele foi percebe o que falou. — Eu não acredito — Falo brava tacando um travesseiro nele — Na próxima eu te taco da janela abaixo — Falo ameaçadoramente. — Ok, agora podemos ir? — Fala ele seco, eu em oque deu nesse cara deve ter crise de bipolaridade, uma hora ele é irônico e outra como agora seco, chato e insuportável. — Ir pra onde mesmo — Pergunto. — Pro shopping — Fala simples revirando os olhos. — OK, vamos — Falo pego minha bolsa e saído atrás dele. Seguimos pro shopping no carro e foi o maior silencio, chegamos no shopping e ele estacionou o carro déssemos e entramos no mesmo, o shopping me traz muitas lembranças de minha mãe, vínhamos muito quando ela estava viva eu e ela éramos um tipo que não gostava de gastar então quando vínhamos nos agíamos como pessoas normais quero dizer só pouquinho bem pouquinho mesmo normal. Muitas pessoas jugam sem saber quem sou isso não só acontece comigo mais sim com várias pessoas, muitas as vezes tenho vontade de subir em umas das mesas de um restaurante onde só tem gente da alta sociedade gente rica e gritar "f**a- se alta sociedade" pra todos escutar mais não posso. Eu e minha mãe costumava vim sempre e eu gostava de acompanhar ela meu pai vinha com a gente as vezes quando não ia trabalhar nos três éramos muitos unidos até depois da morte da mamãe. — Está tudo bem com você? — Pergunta com a sobrancelha arqueada. — Sim. Sim está tudo bem por que não estaria?— Pergunto olhando pro mesmo. —Você está chorando— fala ele, limpo minha lagrimas rápido e esboço um sorriso de lado — por que está chorando? — Fiquei olhando pro mesmo pensando se contava ou não. — Só lembrei de umas coisas não é nada demais— Minto, pós minha mãe é tudo na minha vida é só que não estou preparado pra falar dela. — Ok, então vamos a compra? — Fala ele fazendo voz de gay me fazendo gargalhar e ele se junta comigo. — Você falando assim parece gay— Falo entre risos. Ficamos andando entramos em várias lojas pra mim escolher um vestido tinha vários lindo mais nenhum que é minha cara, já estava ficando com fome o que é uma novidade pois estou sempre com fome serio eu tenho fome toda hora não sei o que tem nessa barriga que eu tanto tenho fome. — Estou com fome — Falo com a mão na barriga fazendo careta. — Novidade — Fala ele e vira os olhos — Me fala quando você não está com fome. — Não sei estou sempre com fome — Falo fazendo uma cara pensativa. — Agora pode me ajudar? — Pergunto. — Em que posso te ajudar — Pergunta. — Me dando comida, se não acabo comendo você — Falo e ele dá um sorriso s****o — i****a— Falo batendo no braço. — Ok, vamos no Mc? — Pergunta. — Anão, está muito longe e eu não vou aguentar — Reclamo — Vamos naquela ali oh — Falo apontando pra uma restaurante. — Ok, vamos preguiçosa — Fala por vencido. Entramos no restaurante Nícolas chama uma garçonete e me aparece uma mulher com uma maquiagem parecendo o coringa com uma blusa apertada o peito dela está pra quase pular pra fora, nem sei como o dono do restaurante aceita esse tipo de uniforme que pelo que eu vejo nem se pode chamar de uniforme, percebo Nícolas olhar pro peito dela aí que s****o. — O que vocês desejam? — Pergunta ela flertando com o Nícolas — Em primeiro que você para de flertar meu noivo — falo ela faz uma cara de espanto misturado com raiva — em segundo que você seja menos vulgar e em terceiro quero arroz com bife e batatinha — Falo e percebo o Nicola me olhar com um sorriso bobo ela a nota nosso pedido e sai. — Ciúmes amor — Pergunta ele com deboche. — Se você me chamar de amor mais uma vez eu arranco o que você tem mais de precioso de baixo das pernas — Falo e dou um sorriso pra ele e o mesmo engole em seco — E outra eu com ciúmes de você hahaha faz me rir eu só não quero ser corna. Nosso pedido chegou e foi a mesma garota acredita que ela pediu desculpa e bom eu aceitei comemos conversando coisas aleatórias, terminamos e voltamos a procurar um vestido pra mim encontro um preto lindo e longo ele tinha rendado na costa e na frente ele era aberto na perna ele era lindo e adivinha quem pagou sim se você falou no Nícolas você acertou de pois fomos embora.
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