Queimei o dedo mas aqui está atualizado Guilherme Deixei o quarto de Tiago com um sorriso dissimulado nos lábios, a adrenalina da pequena provocação ainda correndo nas minhas veias. A raiva contida do meu irmão era música para meus ouvidos. Mas a verdade é que minha mente estava fixada em outra coisa, em outra pessoa. Algo na maneira como Luisa parece afetá-lo diretamente me intriga profundamente. A possessividade fria nos olhos de Tiago quando a menciona, a fúria m*l disfarçada... Quem é você, Luisa? Que poder você exerce sobre ele? Vou para o meu quarto, sentindo a dor latejante na têmpora, cortesia da minha recente interação com a parede. Pego um analgésico no armário do banheiro e engulo com um gole d'água. O desconforto físico é quase um alívio, um ponto focal tangível em meio ao

