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2195 Palavras

Luisa Após Tiago me acordar bruscamente e se abraçar a mim de repente, desci as escadas com o corpo ainda tenso. Na cozinha, acendi a chama sob a chaleira, preparando um chá calmante. A noite havia sido tumultuada, os ecos dos seus gritos ecoando em meus ouvidos. Ele havia se debatido no sono, chamando pela mãe, referindo-se a si mesmo como uma criança. A confusão em seus murmúrios e o desespero cortante em sua voz eram desconcertantes, revelando uma fragilidade que eu jamais imaginaria existir naquele homem. Enquanto o aroma suave das ervas se espalhava pela cozinha, a lembrança da sua vulnerabilidade inesperada fazia um nó apertar meu peito. Subi as escadas lentamente, hesitante em perturbá-lo novamente. No quarto, a penumbra revelava sua figura imóvel, exatamente na posição em que o d

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