— Você não estava lá. Diz Vivanka, sem explicar por que a atitude da irmã a irritou. René solta um gemido de dor diante da dura realidade daquelas palavras. — E o que você acha que aquele homem pensava toda vez que tr*ansava com a vítima, irmãzinha? Ela pergunta, altiva. — É óbvio que para ele era um jogo perverso e repugnante. Precisamos prender aquele rato. — Por favor, chega. René pede, sentindo algo esmagar o seu peito. — Rutherford tem um irmão muito astuto, mas a justiça está do nosso lado. E há mais uma coisa. Precisamos fazer um teste de DNA em Alexia. Suponho que o tribunal exija. — Não quero a minha filha perto daquele homem. Não quero que ninguém saiba da existência dela. — Ela não precisa ir, não se preocupe, a promotoria esconderá os detalhes sobre a garota. Os médicos a

