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1188 Palavras

ALEX NARRANDO Peguei a mão de Maya e nós saímos escondidos do colégio, para um cantinho no jardim onde ninguém nos incomodaria. Eu me sentei no chão e Maya também, atrás de uma árvore, e eu fiz com que ela se sentasse no meio das minhas pernas. Encostei as costas na árvore e ela encostou as costas em meu peito. Eu, a abraçando por trás, beijei o pescoço uma vez só. — Eu te amo, Maya. — Sussurrei. — Você não precisa de um boletim pra eu amar você. — Ela suspirou, chateada. — Alex, você vai ter uma esposa burra. — Eu caí na risada. — Burra? Eu não acho você burra. — Eu não quero mais estudar. — Escondi meu rosto no pescoço dela, mais uma vez. Eu apenas respirava ali, e ela continuava com a cabeça baixa. — Não estude. A gente se vira depois. — Sua mãe vai ficar decepcionada... — Ela d

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