Capítulo 16 Subi e fui direto para a cama. Deitei com meu corpo queimando; minha excitação estava até doendo. Droga, eu teria que me tocar de novo. Foi uma, duas, três vezes chegando ao ápice até sentir uma leve diminuição na pressão que eu estava carregando. Quando estava caindo no sono, senti alguém entrar no quarto. Abri meus olhos achando que era minha mãe, mas era o Andrei, vestindo apenas um roupão e cueca box. Dei um pulo na cama: — O que você quer?! Eu vou gritar, hein! Não se aproxima! Estou avisando! Ele continuou a andar na minha direção com um sorriso diabólico. — Você não está em condições de pedir nada. Ele me jogou na cama e prendeu meus braços acima da minha cabeça. Inalou meu cheiro; senti seu hálito no meu pescoço, subindo até a minha orelha. Aquilo foi o estopim:

