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1425 Palavras
DEVENDO AO PESADELO, [14/07/2023 01:15] Capítulo 49 Pesadelo narrando Um mês depois... Muita coisa aconteceu nesse ultimo mês que estava me deixando bastante atormentado e atarefado dentro do morro, Ricardo aquele filho da p**a começou a mandar as suas tropas rondar o morro e isso começou a deixar as coisas ainda mais tensa, tirando que ele jogou meu nome em todas as redes de reportagens de canais abertos e mandou um recado dizendo que entraria no morro quando eu menos esperar, só que isso não aconteceria da forma que ele espera. — Sem policia rondando – Mosca fala — E o treinamento? – eu pergunto — A todo vapor – ele fala – estão todos muito bem treinados. — É isso – eu respondo e Martin me encara — Todo o armamento já está no morro, estamos com munição suficiente para enfrentar uma guerra Augusto – eu olho para ele. — É isso que eu quero, estar preparado para quando ele entrar. — Essa é uma guerra sem cabimento de ambas partes – JK fala – estão querendo colocar milhares de pessoas inocentes na roda por causa daquela mulher. — Não é somente por aquela mulher – eu falo olhando para ele e ele me encara – e outra coisa, ninguém dentro do meju morro vai morrer, nenhum inocente, porque eu vou m***r ele antes dele entrar. — Deixa baixo – Mosca fala para JK que me encara — Vai cobrar o que tem que cobrar. – ele assente e sai Eu me afasto de Mosca e Martin e mando uma mensagem para Karina para encontrar com ela não tinha visto Marielle na minha frente desde que ela saiu da minha casa e evitei também ver, porém Isa, queria me ver todos os dias e obrigava Martin a trazer ela aqui na boca, todos os dias ela estava aqui grudada comigo que nem chiclete e o pior é que eu não conseguia dizer não para aquela bixinha tão pequena teimosa e mandona que nem a irmã. Willian aquele maldito sorveteiro tinha sumido e o pai dele vazou dias depois com medo e eu achei melhor assim, pelo menos era uma dor de cabeça a menos dentro do meu morro, eu deixei um mês o baile fechado para quem era do asfalto mas agora para render grana aqui dentro, ele seria aberto novamente, não poderia ficar com o rendimento do morro paraod dessa forma, a venda no baile era alta e nos rendia muito. — Pesadelo – Martin me cham e eu me viro — O que foi? — O que pretende com a Marielle? – ele pergunta — Porque quer saber? — A garota está lá em casa, totalmente sem rumo depois da morte da mãe dela, com a irmã pequena – ele fala – não pode sair do morro, não pode fazer nada. — Você sabe o perigo que ela corre saindo do morro, seria como colocar a vida dela em perigo. — Eu sei – ele fala - eu sei dos perigos que ela corre mas e depois que aquele filho da p**a do Ricardo for morto? Você vai contar a ela a verdade? — Eu não sei – eu respondo — Na verdade, Marielle tem direito de saber a verdade sobre a vida dela – ele fala – para até mesmo aprender a se defender e reagir. — Se ela já está m*l , imagina quando ela souber de toda a verdade. — Mais um i****a na vida dela, não vai mudar nada – ele fala — Eu vou ver o que eu faço. — Onde você vai? – ele pergunta — Encontrar Karina. — Fala sério – ele fala — Estou falando – eu respondo – não sou homem de brincar e nem de mentir, DEVENDO AO PESADELO, [18/07/2023 00:16] Capítulo 50 Marielle narrando Faz um mês desde que estou na casa da Heloisa e do Martin, a sua mãe pouco vinha aqui e quando vinha sempre vinha para me alfinetar, mas nem dava bola. Eu tinha começado a fazer alguns cursos com a cabelereira da Hleoisa que era bem renomada aqui dentro do morro, tinha feito de sobrancelha, preenchimento labial e estava fazendo curso de unhas em gel, eu precisava dar um rumo na minha vida e da Isa, mesmo Pesadelo não me procurando mais, ele ainda me prendia aqui dentro e essa maldita divida. Eu não tinha visto mais ele, mas Isa sempre queria ver ele e Martin levava ela, Heloisa estava cada vez mais ansiosa para o nascimento do filho. — Marielle – Jk me chama e eu abro a porta e ele tinha uma caixa – olha tiramos isso lá da tua casa. — O que é? — Alguns pertences que não foram queimados. — Nossa, salvou algo – eu falo — É, o que tinha nessa caixa ai. Mas a gente não abriu. — Obrigada por trazer. — De nada – ele fala – nem falamos nada para Pesadelo porque provavelmente, ele não deicxaria trazer. — Do Jeito que é, colocaria fora. — Pode ser – ele fala — Valeu Jk. — De nada – ele fala. Jk e Martin não eram filhos da p**a como Pesadelo, eles eram bem mais tranquilos e conversvaam comigo. Eu levo a caixa para o meu quarto que eu dormia com a Isa e abro ela, na verdade era anotações antigas do meu pai, como documento, carteira de trabalho, contracheque do seu antigo emprego que faliu quando eu nasci, não tinha tanta coisa relevante, tinha apenas uma foto onde tinha minha mãe grávida, meu pai e uns garotos, atrás tinha o nome de um, de Ricardo apenas. Nunca tinha visto esses garotos e nem mesmo escutado esses nomes, era uma foto bem antiga na verdade, bom deveria ter uns 18 anos ela. Minha mãe estava grávida. Eu continuo mexendo e encontro a aliança de casamento dos meus pais, as duas alianças, eu coloco a que era da minha mãe no meu dedo e dar certinho, depois tiro e guardo. Eu pego a caixa e guardo debaixo da cama, não tinha nada irrelevante além das alianças, mas se meu pai guardou era porque era importante para ele. Dar o horário de buscar a Isa e eu saio da casa de Heloisa para buscar, no caminho passo por Karina e suas amigas e ela começa a falar bem alto. — Nossa, Pesadelo passa todas as noites comigo – ela fala bem alto para que eu escutasse, eu apenas ignoro e desço – diz que eu sou a mulher da vida dele e que logo vai me assumir como sua fiel. — Até que enfim ele enxergou que você é mulher para está do lado dele – outra fala. Eu simplesmente abro um sorriso satisfeito com o comentário dela e desço, nada melhor que saber que aquele demônio não queria mais nada comigo e estava já de olho em outra, quem sabe ele me deixa em paz e me deixe ir embora, é isso que me faz parar no meio do caminho e retornar por outro beco, subindo novamente o morro. Se ele está com a Karina como ela fala, ele pode me deixar ir embora, eu me aproximo da boca e ela estava vazia, bato na porta e abro antes dele me responder, ele levanta sua cabeça e me encara, seu olhar meio que paralisa intrigado, eu acredito que ele não achou que eu apareceria por aqui. — O que faz aqui? – ele pergunta — Eu tenho uma tia em búzios – eu respondo — Sim – ele fala — Eu quero ir embora para lá com a Isa, acredito que é a melhor coisa a se fazer. – na mesma hora ele começa a rir. — E você acha que vou te dar permissão para sair do morro? – ele pergunta já com o tom exaltado e se levanta. — E porque não? A gente não tem mais nada. — O fato de ter deixado você sair da minha casa, não significa que você está livre de mim. — Eu acredito que sim – eu respondo afirmando com toda certeza do mundo. — Eu só cansei de você, mas logo eu te chamo de volta para continuar paganfod a p***a da divida, quem sabe até lá você sabe como fazer as coisas – ele coloca a arma na cintura e vem em minha direção – as regras continua iguais – ele sai da boca. Eu respiro nervosa e fecho meu punho, não consigo acreditar que ele estava ainda me ameaçando.
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