Hoje era dia da consulta médica. Estava louca para ser liberada e ainda poder voltar à minha vida normal. Fora que bateu uma crise de ciúmes dentro de mim por não ter Renato tão perto. Me sentia excluída da vida dele, pois ele estava sempre trabalhando e com as meninas. E quando estávamos juntos, era um selinho de velho, um carinho sem por as mãos direito e conversas e mais conversas sem nenhum pingo de saudades. Eu estava pirando com aquilo, e claro que não falei nada com ele. O mesmo tem sido um pai maravilhoso, um marido exemplar. Deixei esse sentimento morrer aqui dentro e me consolei esperando esse dia chegar. Estávamos no consultório esperando somente à médica chamar. Tinha deixado meninos com à babá, e aqui eu precisava ser rápido, porque Vitor iria reclamar de fome daqui a duas h

