Eu não me cansava de venerar minhas filhas. Minhas filhas. Desde a hora que sair do lar adotivo não conseguia parar de sorrir e de ficar babando nelas. Já estávamos à caminho de Rio de Janeiro é tudo que queria era mostrar à elas seu novo lar, onde elas cresceram e nos chamariam de mamãe e papai. Não via hora disso acontecer. - Como se sente? Renato questiona beijando à minha mão. Eu não sabia descrever tamanha felicidade que está dentro de mim. Nossas meninas estavam seguranças em suas cadeirinhas e tudo que fazia era olhar para elas e sentir uma alegria crescendo à cada olhar. - Não sei descrever como me sinto. Eu estou feliz, estou radiante, me sinto ótima, e quero dar o melhor de mim para cuidar delas. Falo olhando para ele que tem seus olhos brilhando. - Vamos ser ótimos pais

