25 - Bruno Alcântara

1417 Palavras

Bruno Alcântara Deito ao lado da minha Deusa e vejo o quanto ela está fragilizada, mesmo que tenhamos feito amor agora, sei que ela está tão confusa como eu mesmo estou nesse momento. Não quero pressionar, mas também não é fácil aceitar que minha Deusa terá outro homem em sua cama enquanto estou na mesma casa que ela. A puxo para o meu peito e mantenho os nossos olhos fixos, sorrio quando o lençol nos cobre, principalmente seus pés que sempre estão com frio. — Me perdoe… — A silencio antes que ela possa concluir o que esteja pensando. — Sou eu quem deve implorar o seu perdão minha Deusa, entendo o que está sentindo. — Respiro fundo e forço um sorriso nos deixando um de frente para o outro. — Está me doendo saber o que decidiu, mas aceito a sua escolha. — Sorrio e seco uma lágrima que

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