Laerte Coleman 6

2549 Palavras
Laerte Coleman Emma Brassard: Boa noite, Laerte! Desculpa o incomodo mais estou passando m*l, voltei antes da viagem porque não estou aguentando e como minha família está longe, só tenho o senhor de confiança. Por favor ajudem-me! Emma Brassard. Não sei o que deu em mim para sucumbir a esse jogo de sedução da Emma? Já vim notando o seu interesse há algum tempo! Mas eu não poderia, ter cedido! Agora não conseguirei tirar lá da minha cabeça... A família Brassard com quem tanto tenho um carinho e respeito por um longo tempo, acabei me deixando ser levado por um simples capricho da menina Emma. Já estava esquecendo de suas investidas quando retornei…. Quando cheguei no Brasil conheci Edgar, um homem digno de caráter ímpar! Mudei para o Brasil com um propósito de trabalho. Sou investigador, uns dos melhores do país! Em um caso muito difícil, de fraude que precisava investigar algumas empresas laranjas, só não contava que a da família Brassard estava no meio. Me infiltrei como acionista com um bom dinheiro para investimento, comecei o meu trabalho no começo tive que ter muita cautela, assim os deixando pensar que eu seria, mais um na lista deles me deixando me vender pela propina que eles compraram. Não foi difícil descobrir quem estava contrabandeando drogas e jogo de cassino ilegais no país! E ainda manchando as imagens das empresas. Aos poucos fui descobrindo os laranjas podres e descartando o Edgar Brassard o sendo um homem limpo perante a justiça, mas precisava ter a certeza de que ele não estava usando outras pessoas inocentes para ter a sua riqueza e luxos como os culpados que já tinha feito a descobertas. Depois desse trabalho construímos uma amizade, sendo respeitado e sempre que ele precisa eu resolvo. Quando finalizei meu trabalho, conseguir derrubar 8 empresas fantasmas, 22 empresários de fachada que estavam interligados uns aos outros, que fazia o contrabando no país, que estava sendo procurados por mais de 4 anos e ainda não tinham sido pegos, um trabalho que durou mais de um ano e meio, eu gostei do país e queria aproveitar ainda mais e descansar um pouco, já que estava aqui, solicitei a transferência temporário ao meu superior para continuar no Brasil, o que não o deixou muito satisfeito. Minha família é de origem desse país, chamado Brasil, quando mais novo com apenas 7 anos fui morar fora do país, com meu pai! Que não demorou e morreu fazendo o que ele mais honrava: combater a guerra. Me deixou órfã, como minha mãe já havia falecido, minha guarda ficou com meu tio que faz parte do FBI, com ele aprendi a gostar, me sentir no dever de seguir a sua carreira entrando na polícia. Desde sempre fui muito disciplinado, nada tirava meu foco. Sou conhecido homem sem coração! Quando estou em uma missão, ninguém consegue tirar meu foco. Acredito que os fracos permitem isso. Estava estudando para ser o melhor, e assim que consegui entrar para o FBI, não vou lhe dizer que foi fácil? Por que passei o inferno para estar onde estou hoje! Sou um dos melhores no país que eu morava! Meu superior me negou por três vezes a minha transferência definitiva, por que não queria me perder, pois sua equipe iria ficar desfalcada deixando na mão como ele mesmo afirma já que sirvo a eles por mais de 10 anos... Foi quando propôs um tratado, quando o caso fosse de extrema urgência e não conseguindo solucionar eu voltaria e pegaria a missão assim ajudando a combater os criminosos no meu país! A ideia de morar aqui, foi como um descanso, mais que serviria aqui também já que tínhamos uma licenciadora para servir no país! É nos casos mais regidos, eu iria cumprir a missão, sendo ela durante um mês, até mesmo 5 anos, quanto tempo fosse necessário. Mais minha residência fixa seria o Brasil. Quando voltei da última missão, Emma tinha crescido mais, era uma mulher feita com sua pouca idade, algo nela estava diferente. Suas investidas foram poucas, mas como sou mais velho já conseguia perceber o jogo que ela estava fazendo. Sou do tipo de homem que se envolve com adolescente, acredito que as mais experientes me fascinam, em jogo de sedução. Mas tinha algo em Emma que me deixava com uma vontade de testar até onde iria seu limite... Eu não poderia trair meu amigo, ficando com sua filha ainda adolescente, eu tenho o dobro da idade dela. Neguei a todas investida dela, tentando mostrar a ela que não aconteceria pois seria impossível. Para a família do Edgar, eu trabalho negociando com o exterior. Por isso dos meus sumiços prolongados ou repentinos, assim não deixando em dúvida, só Edgar saber o meu real trabalho. Como os tenho como minha família, tenho dois homens de inteira confiança que sempre coloco para proteger eles, já que são os poucos que mantenho contato, os deixando seguros, caso alguém me descubra a minha real identidade. Eu sabia que Emma naquele dia faria 16 anos, mas fiquei distante, a família tinha me convidado para viajar neguei, pois não queria ficar perto dela, Emma tem o imã da tentação. Dona Esmeralda não satisfeita me fez prometer que jantaria no domingo com eles, não pude negar seu convite e acabei aceitando. Na noite da sexta, eu estava em um barzinho, tentando relaxar, foi quando recebi uma mensagem da Emma, fiquei surpreso ao saber que ela tinha voltado sozinha e ainda estava passando m*l, não poderia negar ajudar a uma pessoa tão especial como a filha do Edgar, só não esperava ver lá daquele jeito. Quando a minha entrada foi autorizada, abro a porta encontro sentada no sofá... — Emma, o que você está sentindo? _ eu a pergunto me aproximando dela tentando manter foco no seu rosto. —Estou com o corpo todo dolorido.... _ ela sussurrou bem próximo ao meu ouvido, não penso duas vezes e falo... —Então vamos, que eu a levarei para o hospital agora. _ falo já querendo pegar em meus braços... —Estou com dores no corpo e minha cabeça está fervendo de ideias de várias formas que podemos terminar essa noite! _ Eu não acredito que me deixei levar por esse teatrinho dela... —Emma! Que conversa é essa? Você só pode estar delirando vamos. _ eu a corto mostrando que não estou gostando desse rumo da conversa. Ela me impediu segurando minha mão. Me fazendo olhar para ela. —Eu, não estou doente, Laerte, só fogo que está em meu corpo, só poderá melhorar junto ao seu corpo. _ ela diz, e isso está ficando perigoso demais. —Emma, que tipo de brincadeira é essa? Você sabe muito bem que tenho idade para ser seu pai. _ falo tentando trazer a realidade, e mostrando que ela está querendo é errado. — Deixa de ser careta, Laerte! E aprecia o momento... _ ela a todo instante fica me provocando quando ela sussurra no pé do meu ouvido. Ali perdi a força de brigar contra o desejo que estou sentindo por ela. —Você está brincando com fogo Emma. _ alerto mais uma vez em tom de repreensão! —Seria bem interessante ter um pai assim como você! _ ela diz olhando nos meus olhos e mordendo os meus lábios... —Mas não tem problema, às vezes vale muito a pena se queimar... não aguento me segurar mais e atacou sua boca e um beijo quente sedento que estou.... Pego de surpresa, ela começa a dominar o beijo mordendo meus lábios, essa florzinha estar brincando com fogo. Não resisto e solto um gemido entre os beijos a deixando surpresa, deixo o beijo ainda mais intenso e do nada e ela vai diminuído o ritmo quando ela para mim a encara, com vontade de morder sua boca gostosa, que estar avermelhada sedentos pelos meus beijos...... —Você é uma menina bem atrevida, florzinha .... agora que provei de sua boca, não irei largar lá, nem tão cedo. _ eu confesso fazendo uma promessa fazendo sua pele se arrepiar com meu tom de voz, bem próximo ao seu ouvido cabo por mordiscando sua orelha.... —É, o que eu mais quero agora, você de diversas formas! Eu não falo mais nada, me afasto e me sento no sofá, seguro sua cintura e a puxando para sentar-se em meu colo deixando-a encaixando em meu colo, a deixando ainda mais próximo a mim, sentindo sua pele, seu cheiro me deliciando em sua boca. Começo a acariciar seu rosto sinto sua pele arrepiar com meu toque, faço pressão com minha outra mão na cintura dela a deixando bem quente em meu colo ... noto quando ela engole seco. Beijo sua boca com voracidade vou deixando um caminho de mordida até sua boca, sua boca é uma tentação, é como uma droga chegar ser viciante. —Está gostando da florzinha? Ou quer que eu pare? _ eu pergunto fazendo delirar com meu contato estou dando a chance dela me impedir de ir adiante... — Se você parar, será um homem morto, Laerte Coleman .... _ ela sussurrou confirmando de que é isso que quer, um caminho sem volta. Ela em confirmação vai mordiscando minha orelha, depois vai descendo seu beijo me fazendo gemer como uma porr@ de adolescente cedente por ela. —Assim eu não conseguirei me segurar, Florzinha vamos com calma quero que você sinta o quanto eu estou te desejando agora... _ eu pego sua mão e levo até meu p@u, que estar aponto gozar na calça como a porr@ de um adolescente só pelas provocações dela. Ela começa a massagear meu p@u fazendo uma pressão gostosa! Ela solta alguns gemidos, e começo a acompanhar por que a p***a da mão dela estar me deixando a ponto de explodir aqui... ela vem e me beija ela consegue me deixar louco, retribuindo com a mesma intensidade, sinto meu p@u estremecendo se eu a deixar continua acabarei a nossa festa cedo... puxo seu cabelo a fazendo separar um pouco, separando o seu corpo, começo a deixar ela ainda mais molhadinha, começo pelo seu pescoço vou descendo até seus sei0 mordiscando por cima do vestido, libero seu sei0 do sutiã lambendo ao redor e mordiscando o bico do seu sei0 a deixando ainda mais excit@da à espera do meu toque, ela começa a rebolar em meu colo fazendo um vai vem bem lento, ela roça sua int1midade no meu p@u.... Ela estar sedenta pelo meu toque, enfiou um dedo na sua bucet@, ela está do jeito que eu gosto molhadinha, bem encharcada... ela começa a gem3r... Eu seguro firme sua cintura a deixando deitada no sofá .... Retirou seu sutiã libertando seus sei0s deixando livres para tocá-los e beijos lós fico os apreciando como são lindos e convidativos para ser chupados.... começo a massagear ela se estremece remexendo suas coxas, sei que ela estar ficando ainda mais encharcadinha...com minha boca, abocanhei seu sei0 o degustando dentro da minha boca, ela estar ficando ainda mais excitada com meu contata o seu sei0 .... começo retira seu vestido, paraliso quando noto o que ela estar vestindo, ela realmente acreditava que isso iria acontecer agora que comecei não consigo mais parar. —Você é minha perdição florzinha .... _ falou, ela não consegue nem responder está embriagada de pr@zer começo a descer a minha boca mordiscando seu corpo chegando entre suas coxas, ela fica tensa, ela necessita do meu contato na sua int1midade ... olho para ela que está mordiscando seus lábios....... ainda por cima do tecido fino da sua calcinha que estar encharcada com seu mel, começo a beijar sua b****a ainda por cima do tecido da calcinha ela se remexe e a chupo, coloco a sua calcinha de lado e me lambuzo em contato com sua int1midade me deliciando com seu mel, faço uma pressão ela começa a soltar um gemido tirando a minha atenção da sua int1midade, eu a encaro com os meus lábios todo lambuzado, vou até sua boca e a beijo, fazendo ela sentir o seu sabor, que estar na minha boca.... me deito por cima dela, a deixando presa sobre o meu corpo a deixando ainda mais colado começou a duelar sobre sua língua a beijou com intensidade... Naquela noite, a fiz minha... Ela ainda era virgem, e aquilo só mostrou que ela queria algo especial, e assim foi feito! Não sei quem saiu ganhado mais para nós dois foi um momento bem marcante... A fiz derramar seus prazeres a deixando relaxada para poder receber o meu p@u que estava sedento por ela…. Eu amei cada pedacinho do seu corpo, a deixei mole em meus braços, saciando seus desejos incumbidos por mim, sentir seu mel em minha boca, e sabor que ainda está marcado. A deixar lá para trás, foi difícil para mim, ela sabe ser bem capetinha quando quer, ela fez que conseguiu me ter em seus pés, quando tomei o vinho em seu corpo eu fiquei embriagado, mas não foi pelo álcool e sim pelo prazer que estava sentindo junto a ela. Eu queria ter dormido ao lado dela, cuidado ainda mais, mas eu não podia, estava ficando ainda mais perigoso eu não podia deixar exposta assim para ser afetado. Se era uma noite ela a teve, só não sei se consigo ficar longe dela, por muito tempo... aquela boca gostosa viciante, o gosto do seu mel me deixou louco.... Mas para a proteger terei que ficar distante... Não dormi a noite toda, tomei um porre só pensando em seu corpo, sua boca, seus gemidos... Não precisamos dizer nada um para outro, nossos corpos se comunicam entre toques e desejos.... Pela manhã acordei ainda sentindo seu corpo seu toque o cheiro de seu corpo que me embriagou. Mas precisava dar um basta, preciso falar com ela enviou uma mensagem, do mesmo jeito que começou irá acabar. Preciso conversar com você, amanhã neste local não fale para ninguém sobre isso. End: Rua da alternativa N° 10 Sem Fronteira. Às 10h00 não se atrase. L.C Voltei a dormir.... Sou acordado com meu celular tocando, indicando meu chefe. —Laerte, preciso dos seus serviços para ontem, é um caso de extrema urgência e confidencial, já encaminhei um jatinho para estar à sua espera no aeroporto central, só à sua espera. Não demore! Ele nem mesmo deixa eu responder, assim que desliga o piloto entra em contato comigo me esperando só me dá vinte minutos. Porr@ não dá nem tempo de nada, vou para banheiro me jogo no chuveiro, sigo para meu guarda-roupa, pegou algumas roupas e sai jogando dentro da mochila. Saio do meu apartamento fechando tudo, e pegou um táxi para me levar até o aeroporto. Quando estou no jatinho lembro da porr@ do meu celular, ficou furioso eu não poderia deixar. A sorte que lembro do número do Edgar aviso que irei para uma missão e que assim que puder falar eu me comunico com ele novamente. Eu não poderia dizer Edgar avise para Emma que estou viajando! Teria que dá um jeito de avisá-la. Mas irei dar o meu melhor para voltar o quanto antes. Assim resolvendo essa pendência. Esse trabalho vai ser um empata do caralh@, nem se quer irei falar com ela, como ela deve estra se sentindo hoje ao acordar?
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