capitulo 19

2218 Palavras
Dia 15 — por Milena. Era sábado, pela manhã Alinne me mandou uma mensagem perguntando se eu iria na festa do Yuri, deixei a resposta em aberto e perguntei como elas sabiam da festa, Alinne explicou que Davi tinha sido convidado, então tudo fez sentindo, me lembrei que o Yuri ficou interessado no Davi em meu corpo e eu por minha vez tinha passado o número para ele só de vingança. Quando o expediente acabou Eduardo me deu uma boa aula de direção, a cada dia que passa aquilo se tornava mais fácil para mim, já de noitinha nós passamos em uma lanchonete para comer um lanche, decidi por uma coxinha com Coca-Cola e Eduardo me acompanhou. — To querendo ir na festa do Yuri. —ele disse. — mas se você não quiser ir não precisa. — Acho que eu vou também. — falei e comecei a rir. —o Yuri convidou o Davi e eu não perco essa cena por nada nesse mundo. — E é mesmo, esqueci que o Yuri ficou interessado no novo corpinho do Davi. —Eduardo também caiu na risada. Depois do lanche nós dois seguimos de volta para casa e fomos nos arrumar para a tal festa, eu não estava muito animada mas essa era uma das poucas chances de ficar um tempo com minhas amigas. Eduardo terminou na minha frente, depois saímos, ele se comprometeu a não beber então fomos no carro do Davi, no caminho mandei uma mensagem para a Alinne, ela disse que há já estava chegando na boate e eu pedi para que elas me esperassem do lado de fora. Foi um custo para conseguirmos uma vaga para estacionar, o carro ficou um pouco longe mas Eduardo garantiu que era seguro, caminhamos até a boate, ao nos aproximar Alinne já nos viu e acenou, com ela estavam a Sara, o Cláudio e o Davi, devo admitir que o último estava até muito bem apresentável, provavelmente as meninas o vestiram. — Cara você ta um gato. —Alinne veio logo me abraçando. —gostou da produção maravilhosa que fiz na Milena? — Aquilo é maquiagem? —só então reparei. — Vão se fuder! —Davi não parecia nem um pouco satisfeito, ele usava um shortinho jeans, uma blusinha básica e um tênis nos pés, seus cabelos estavam soltos e sim, ele estava maquiado. — Tu tá uma belezura! —foi a vez de Eduardo zoar o amigo que só lhe mostrou o dedo do meio em resposta. — que isso? Uma dama não faz esses gestos obscenos. —todo mundo caiu na risada, até o Cláudio que até então parecia um pouco perdido. —tu tá aí também cara. — só então Eduardo percebeu a presença do Cláudio. — Tá sabendo não? Esse aí vive colado no grupo agora. —Davi falou. — O cara tá apaixonadinho. —foi minha vez de brincar. — Sério isso? —Eduardo perguntou. —daqui a pouco tem casório então. — E começou a zoação. —Cláudio pareceu um pouco envergonhado. — Bora entrar logo? —Sara propôs. — Bora, to doida para encher a cara. —Alinne concordou. — Já estão fugindo do assunto? —Eduardo perguntou. — Estraga prazeres. —e Davi completou o amigo.Sara, Cláudio e Alinne saíram andando na frente, não tivemos outra alternativa a não ser segui-los, na entrada da boate um segurança conferiu nossos nomes e nos deixou entrar. A parte interna estava lotada, me senti um pouco perdida pois não conhecia ninguém ali, demos uns passos e logo avistamos o Yuri bebendo com o irmão, ele também nos viu e veio nos cumprimentar. — Fala Eduardo. —ao mesmo tempo estendeu a mão para um aperto. — E aí cara. —Eduardo respondeu cumprimentando-o. — Davi! —foi a minha vez. — Oi! —respondi também apertando sua mão. — E ai Milena, nem acredito que tu vieste. —já para cumprimenta-la Yuri preferiu um abraço. —tu tá muito gata hoje. —aquilo foi o suficiente para deixar o Davi vermelho feito um pimentão e com um sorriso amarelo no rosto, no mesmo instante eu e Eduardo trocamos um olhar, percebi que ele estava se segurando para não cair na risada, a cara dele só me fez sentir ainda mais vontade de rir, não consegui me controlar e tive que abaixar o rosto para disfarçar. Depois dos cumprimentos e apresentações Yuri nos acompanhou até o bar, na verdade ele não queria era desgrudar da sombra do Davi, aquela cena virou motivo de risinhos para geral, menos para o Cláudio, é claro. Em seguida Yago também apareceu com um copo na não, novamente cumprimentos e apresentações foram feitas, aquilo era muito chato. — Eu preciso beber. — Alinne anunciou com uma leve careta. — Pois não gata, vamos agora descolar uma bebida para você. —Yago se prontificou de um jeito galante, é claro que Alinne não perdeu a oportunidade e já saiu atrás do garoto, é essa não veremos mais durante um bom tempo. — E vocês? Vão beber o que? —Yuri perguntou para nós. — Eu vou ficar só no refri mesmo. —Eduardo foi o primeiro a responder. — Eu também. —falei em seguida. — Davi só no refrigerante? — Yago perguntou em tom de brincadeira. — hoje vai chover! — To meio parado. — me justifiquei e ele fez uma careta que quem não estava acreditando no que estava ouvindo. — Já eu quero o que de mais forte vocês tiverem. — Davi disse ainda meio de m*l humor, foi bom assim ninguém insistiu para eu beber. — Assim eu me apaixono. —Yuri lhe jogou um olhar interessado. —e vocês? — perguntou para a Sara e o Cláudio. — Pode ser Skol Beats para nós dois. —Sara respondeu. Logo que pegamos as bebidas Sara e Cláudio deram um jeito de se afastar dali, Yuri estava tão ocupado jogando seu charme para cima do Davi que nem percebeu, o último por sua vez parecia tentar ao máximo manter a calma, só que sua cara de descontentamento não escondia sua frustação, o único que parecia não perceber era o Yuri. Senti um cutucão no braço e logo percebi que era o Eduardo, o mesmo acenou com a cabeça para que saíssemos dali, concordei é e nos esquivamos dali sem sermos notados. Fomos até a área externa, que também tinha muita gente. — Pela cara do Davi ele tá muito puto. —Eduardo observou só então podendo cair na risada. — É bom para ele aprender. — Você é muito má! — exclamou e foi minha vez de rir.um sorriso amarelo no rosto, no mesmo instante eu e Eduardo trocamos um olhar, percebi que ele estava se segurando para não cair na risada, a cara dele só me fez sentir ainda mais vontade de rir, não consegui me controlar e tive que abaixar o rosto para disfarçar. Depois dos cumprimentos e apresentações Yuri nos acompanhou até o bar, na verdade ele não queria era desgrudar da sombra do Davi, aquela cena virou motivo de risinhos para geral, menos para o Cláudio, é claro. Em seguida Yago também apareceu com um copo na não, novamente cumprimentos e apresentações foram feitas, aquilo era muito chato. — Eu preciso beber. — Alinne anunciou com uma leve careta. — Pois não gata, vamos agora descolar uma bebida para você. —Yago se prontificou de um jeito galante, é claro que Alinne não perdeu a oportunidade e já saiu atrás do garoto, é essa não veremos mais durante um bom tempo. — E vocês? Vão beber o que? —Yuri perguntou para nós. — Eu vou ficar só no refri mesmo. —Eduardo foi o primeiro a responder. — Eu também. —falei em seguida. — Davi só no refrigerante? — Yago perguntou em tom de brincadeira. — hoje vai chover! — To meio parado. — me justifiquei e ele fez uma careta que quem não estava acreditando no que estava ouvindo. — Já eu quero o que de mais forte vocês tiverem. — Davi disse ainda meio de m*l humor, foi bom assim ninguém insistiu para eu beber. — Assim eu me apaixono. —Yuri lhe jogou um olhar interessado. —e vocês? — perguntou para a Sara e o Cláudio. — Pode ser Skol Beats para nós dois. —Sara respondeu. Logo que pegamos as bebidas Sara e Cláudio deram um jeito de se afastar dali, Yuri estava tão ocupado jogando seu charme para cima do Davi que nem percebeu, o último por sua vez parecia tentar ao máximo manter a calma, só que sua cara de descontentamento não escondia sua frustação, o único que parecia não perceber era o Yuri. Senti um cutucão no braço e logo percebi que era o Eduardo, o mesmo acenou com a cabeça para que saíssemos dali, concordei é e nos esquivamos dali sem sermos notados. Fomos até a área externa, que também tinha muita gente. — Pela cara do Davi ele tá muito puto. —Eduardo observou só então podendo cair na risada. — É bom para ele aprender. — Você é muito má! — exclamou e foi minha vez de rir.Ficamos conversando ali fora por um bom tempo, não pude deixar de notar que cada garota que passava por ali não deixava de nos comer com os olhos, aquilo chegava a ser ridículo, assim que terminei minha primeira latinha de refrigerante senti uma vontade enorme de fazer xixi, tentei segurar por um tempo mas a vontade só aumentou. — Vou ao banheiro. —avisei ao Eduardo, ele assentiu e eu saí voltando a entrar a parte interna. Demorei um pouco para achar o banheiro e quando o fiz confesso que quase entrei no feminino, por sorte me lembrei no último instante e segui meio receosa para o masculino. Ao entrar percebi que o banheiro dos homens era muito mais h******l que o das mulheres, não que o nosso fosse lá muito bom, mas o deles era ainda pior. Dei uma boa olhada em volta de um lado havia as pias, do outro os mictórios e no fundo as cabines, eram duas apenas, fui até lá tentei abrir uma mais estava trancada, tentei a outra e estava do mesmo jeito, bati nas portas feito louca. — Tem gente! — ouvi alguém gritar em uma delas, na outra não ouvi nada, resolvi aguardar, fiquei um bom tempo lá e ninguém abriu, a essa altura o xixi já estava saindo, olhei em direção ao mictório, aquilo era super estranho mas me pareceu uma ótima opção, como não havia mais ninguém no banheiro resolvi tentar, abri só um pouco a calça e tentei mirar no lugar, quando o xixi começou a sair a porta do banheiro se abriu e dois caras entraram, quase perdi o controle e me molhei, os caras se posicionaram um de cada lado meu, eles arrancaram os pênis para fora e começaram a mijar como se não tivesse problema nenhum, ainda riam e conversavam, eu queria que aquela situação acabasse logo, o problema é que eu fiquei ansiosa e o xixi não saia de jeito nenhum. Os rapazes terminaram antes de mim e saíram, respirei aliviada, terminei também, me vesti e só quando fui lavar as mais o cara da cabine saiu, ele estava com uma garota, entendi a demora toda. Quando terminei de lavar as mãos procurei algo para secar mas como não tinha nada tive que enxugar as mãos na calça mesmo. Ao sair do banheiro, me aproximei de umas das grandes janelas do local e avistei Eduardo de longe conversando animadamente com uma garota, senti uma sensação estranha tomar conta no meu corpo, será que é ciúmes? Não, não pode ser, eu não posso estar com ciúmes do Eduardo, desviei os olhos de volta para a multidão. — Olha só que está aqui? —levei um susto quando uma garota completamente desconhecida para mim se aproximou com um sorriso no rosto. —Davi! Quanto tempo. —ela pulou no meu pescoço de uma forma totalmente oferecida. —você sumiu, não me ligou mais. — fez biquinho manhoso. — Eu só to sem tempo. —falei meio sem jeito. — E agora você tá com tempo? —perguntou brincando com a gola da minha camisa, fiquei completamente sem reação, sei que a garota não estava querendo apenas conversar e isso me deixava completamente enojada. — Olha... tô meio ocupado agora. — É outra garota? Porque eu posso te fazer esquece-la rapidinho. —ela se aproximou perigosamente do meu rosto. — Eu realmente não posso. —a afastei com força e sai o mais rápido possível dali.— Até que enfim em te encontrei. —Davi surgiu na minha frente enquanto eu tentava me afastar da tal garota. —que história foi essa de dizer para o Yuri que eu estava interessado? — Era só uma vingança por aquele dia no churrasco. —respondi. — Não teve graça. — falou bravo. —ele tentou me beijar! — Então estamos quites pois uma de suas ficante também tentou me beijar. — Qual delas? — Eu sei lá! — Não perguntou nem o nome? — Não. — respondi. —a única coisa que me passou pela cabeça na hora foi como eu me livraria dela.
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