29

4968 Palavras

, ele me fez toma-la, custei engolir, era como se minha garganta estivesse fechada. Fiquei largada daquele banco, por quanto tempo eu não faço ideia, minha noção de tempo tinha se acabado por completo, em um certo momento Davi se levantou dizendo que iria procurar notícias, não disse nada, a essa altura eu já não chorava, mas também não conseguia dizer nada e muito menos esboçar qualquer tipo de reação. — Davi... Davi...— ouvi alguém me chamar insistentemente, virei o rosto lentamente e deu um pequeno estalo ao ver a Maria Eduarda parada ao meu lado. — você está bem? — balancei a cabeça positivamente. — E o Eduardo? — fui logo perguntando. — Está na mesma. — respondeu com pesar. — eu consegui permissão para você vê-lo um pouquinho, você quer? — no mesmo instante levantei num pulo, pare

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR