Amanda Payú colocou um ponto final em algo que sequer tínhamos começado. Seu olhar distante e as palavras indiferentes feriram como uma faca cravada em meu peito, rasgando minha alma. Ele não disse por quê, não deu motivos, mas eu poderia supor. Ele é o chefe, o dono de tudo, um homem poderoso que pode ter a mulher que quiser — uma mulher de verdade que saiba fazer tudo para satisfazer seus desejos e não uma garota de 16 anos que nada tem de bom a oferecer. As lágrimas que precisei segurar durante a tarde inteira vieram como um dilúvio descontrolado assim que saí da loja. Toda raiva e a sensação sufocante de que o que vivemos foram apenas algumas sessões de sexo sem importância para ele, desabaram em forma de pranto. Eu desejei não ter me envolvido, desejei não sentir tanto. Mas meu co

