Amanda Andamos calados por umas duas quadras, e mais a frente, ele parou na pracinha. Um lugar tão conhecido para mim, onde as crianças costumam brincar até o cair da noite. Os bancos de madeira ainda estão lá, assim como os brinquedos coloridos e a pista de skate também, com muitos garotos deslizando sobre eles, indo e voltando. Que saudade de tudo isso… Vitor sentou em um dos bancos e eu fiz o mesmo ao seu lado. Ele mexe comigo de alguma forma, não como o Cristiano, isso não, mas ele também é bonito, e é honesto, educado, carinhoso, beija bem... — Fala Vitor, por que você tem me ignorado todos esses dias? O que eu te fiz? Olha, eu só fiquei sabendo agora sobre este assalto. Fiquei muito preocupada com vocês e juro que não sabia de nada! Ele me olhou, e seu olhar era gélido como as

