Payú No banho fiquei pensando na cara de medo da Amanda ao perguntar se eu tinha matado alguém. Ela não faz ideia de quantas pessoas eu já passei, porém, ela perguntou sobre alguém específico. Mas quem seria? A sensação da água quente me fazia refletir sobre o rumo das coisas. Quando é que eu virei o tipo de cara que fica agindo igual adolescente, fodëndo escondido na calada da noite? Esse lance não tá certo, não tá mesmo. (***) Depois de um sono relativamente tranquilo, acordei com o sol entrando pelas frestas da cortina. Um dos celulares tocava ao lado da cama. Era ligação de um dos advogados. — Alô? — eu disse, ainda sonolento. A voz do advogado soou tensa do outro lado da linha. Não sei qual deles estava na linha, o número era do escritório. — Bom dia, Cristiano! Infelizmente t

