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Kayra Arslan Dois dias se passaram desde aquela noite maluca e eu continuo nessa cama. Faruk tem testado a minha paciência e ele tem sorte de eu não conseguir voar em cima dele. A vontade é imensa! Tem momentos que, só de olhar pra ele dá vontade de socar a sua cara. Juro! Mas, confesso que, fiquei abismada com o que ele fez. Naquela manhã ou início de manhã, eu acordei com o som de vários tiros. Na hora, eu jurava que era algum ataque e eu perdi as contas de quantos disparos foram, mas parou e não ouvi mais nada. Se fosse um ataque, haveria gritos e correria, mas não teve e só entendi depois. Faruk estava matändo todas as empregadas. Não sobrou uma! Literalmente nenhuma! Depois, eu pude ver da janela a cena dos corpos no chão e uma enorme poça de sangue. E claro, vi escondido do Faru

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