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Kayra Arslan Eu ainda vejo a cena diante dos meus olhos. Será impossível apagar depois. Dirya golpeia Samia com aquela madeira coberta de pregos que já se encontram cheios de sangue, de carne rasgada, de ossos atingidos. Os estalos ecoam no salão, e cada golpe deforma mais as pernas de Samia. Eu sei que ela nunca mais conseguirá ficar de pé. Nunca mais andará. As costas dela também estão destruídas, abertas em cortes fundos, sangue escorrendo em filetes que mancham o chão de pedra. O corpo dela já não reage como antes. No começo, Samia gritava e debatia, mas agora… quase não se mexe. Eu penso por um instante que ela desmaiou. Mas não. Ela ainda está consciente. Dirya não ataca pra matär logo, é mais para fazer um estrago e está conseguindo. O olhar de Samia está apagado, mas ainda é

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