📍 NARRADO POR NILO Ela disse aquilo — “quem senta no teu trono sou eu” — e meu corpo inteiro respondeu. Como se cada célula tivesse entendido a ordem antes da minha cabeça processar. Minha mão subiu por dentro da coxa dela. Quente. Firme. Deliberada. Encostei a boca no ouvido dela, sussurrando com o hálito pesado: — “Então senta direito, rainha…” E afastei a calcinha com um só movimento dos dedos. Rápido, bruto, necessário. Como quem arranca véu de altar antes de profanar o sagrado. Ela arqueou levemente, surpresa e acesa. Molhada. Quente. Pulsando. Eu senti tudo na ponta dos dedos — o calor, o pulso, a p***a da entrega. Mas não era só entrega, não. Era ameaça. Era ela dizendo com o corpo o que a boca já tinha cravado. Passei o dedo nela com lentidão de tortura boa. Deslizando p

