— Isso não é o mais importante. Disse a minha mãe. — O importante é a sua saúde, muitos outros papéis e protagonistas virão para você, por favor, não force o seu corpo. Eu não respondi. Eu sabia que isso não aconteceria, que não havia mais oportunidades. Abrantei o meu abdômen com o meu braço livre, tentando sentir o calor e o amor do meu bebê. A única coisa que poderia me dar força neste momento, era o pequeno feijão que me lembraria que tudo valeria a pena quando eu visse o seu sorriso. — Eu tenho que deixá -los porque vou ensaiar, eu amo vocês. Eu disse adeus. — Estaremos orando por você, por favor, não deixe de dar noticias. Pode ser por mensagem a hora que você puder. — Eu vou fazer isso, pai, eu te amo. Eu repeti. — Nós te amamos. Eu apertei firmemente o telefone, senti dor nos

