— Então você acha que Caio é seu? Zomba Ravenna. — Nossa, tal mãe, tal filha! — Sim, nós duas amamos nossos parceiros. Sorri Micaela, me deixando orgulhosa. — E sim, eles são nossos. Nunca deixaremos um... — Micaela, pare. Interrompo antes que ela diga o pior insulto que possa imaginar. — Vamos lá, não se rebaixe. — Você vai mesmo me calar? Ela desafia, corando de raiva. — Sim, meu amor, vou. Sorrio. — Mas sei que você vai adorar. Micaela acena com a cabeça, relaxando, enquanto Ravenna nos encara. Não posso deixá-la vagar livremente. Este é um problema que preciso resolver de uma vez por todas, mas isso será quando voltarmos de Londres. Desculpe, Ingrid, mas não posso correr riscos. Esse é o preço que você tem que pagar pela vida da sua filha. Penso. — Eu a odeio, Caio, eu a odeio,

