Caio Micaela relaxa mais o corpo assim que toco o seu cli*tóris, agora por baixo do vestido. Os anos passaram-se, mas eu ainda sei bem onde tocar para que ele se enfraqueça. Além disso, depois de tantos anos sem orgas*mos de verdade, tenho certeza de que vamos acabar um desastre. Eu já sou. Agora só me invade o seu aroma natural e o do seu delicioso se*xo que quero desfrutar. — Aqui podem nos ver. Ela rosna. — Não, eles não farão isso. Este lugar é seguro. Você acha que eu não ordenei que ninguém nos incomodasse? — Você é um idi*ota, é o meu restaurante. — Sim, mas eu sou o cliente, e o cliente tem sempre razão. — Não, nem sempre. Desta vez você quer jantar algo que não está no seu m*aldito cardápio. — É que você é o meu único cardápio. Respondo. Observo-a atentamente. Estou morren

