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COROA NARRANDO — Cê me deve, Galego — digo , oque ele fez com a Hope eu jamais deixaria impune — E eu cobro. Sempre cobro. O machado na minha mão estava pesado, mas eu não hesitei. Levantei ele de novo e desci com força, cortando mais uns dos seus dedos dos pés . O grito dele foi estridente, mas ninguém viria ajudar. Não ali. Não agora , aqui a única voz que deve ser obedecida e a minha O sangue escorria pelo chão, formando pequenas poças que brilhavam na pouca luz da sala . Galego tremia, o corpo inteiro convulsionando de dor e medo. Eu observei ele por um instante, como quem avalia um pedaço de carne r**m antes de jogar fora — Tá achando que já acabou? — murmurei, pegando a mão dele. A mesma mão que já tinha um buraco de bala atravessando a carne. — Ainda falta um pouco Levantei

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