Eu sabia que isso era necessário, que não tinha alguma forma de mudar o nosso destino, que teríamos que nos separar em algum momento e o meu único desejo é que isso não seja algo duradouro, que o Terror não demore para resolver essa situação e que eu consiga ser rápida para resolver qualquer coisa sobre nós dois. A madrugada sempre era fria, mas ciente de que seria o momento de deixá-lo, eu me levantei. A mala já estava pronta. Lilica ainda estava confusa e a minha mãe também. Elas queriam entender a minha atitude. — Me prometa que vai voltar em segurança para meus braços — sussurrei. — Assim que isso acabar, eu voltarei para os braços da minha mulher — confessou beijando minha testa. Essa era a nossa despedida, eu tinha que deixar o homem que eu amo ali, tinha que ir embora sem olhar

