~~CAPÍTULO 36~~
KEN
Estava no meu escritório na boa, Naruto parou de me cutucar e me irritar com demasiadas perguntas sobre minha vida particular, ele mais que ninguém sabia o quanto não gosto desse m*l habito.
— Irmão.
Levantei os olhos e vi Mahina entrando no meu escritório com sacolas de comida, ela não veio até aqui, para termos alguma relação de irmãos.
— O que você quer?
— Que isso, irmão? Estou indo embora.
Ela deu meia volta e saiu da minha sala.
— Princesa.
— Você é um i****a, irmão.
Ela correu pelo vasto corredor da boate, segui seus passos apressadamente, ela pode escorregar e cair no estado na qual ela se encontra.
— Porque Mahina saiu correndo?
— Não agi muito bem com a sua chegada.
— É coisa de mulher, precisamos conversar.
— Não, eu preciso alcança-la.
— Ken, Mahina, está com seu pessoal de segurança, precisamos conversar.
— Mahina precisa de me agor....
Ouvimos um estrondo na sala de evento, eu sabia que isso ia acontecer, rapidamente seguimos os passos até as escadas, desci rapidamente para ver o que estava acontecendo lá em baixo.
Minha irmã está caída no chão com alguns copos espalhados ao seu redor.
— Princesa.
— Eu sinto muito, irmão. Escorreguei e cai.
— Não chore.
Odeio ver mulheres chorando, antes que ela piore, levei-a no meu colo.
— Eu sinto muito.
— Tudo bem, vamos para casa
Chegado a casa, Elisa trouxe um punhado de gelo para Mahina colocar no seu braço inchado, ela se machucou por minha culpa. Todo mundo se machuca por mim.
— Senhor, seus irmãos estão na sala esperando.
Visualizei Mahina antes de ir até a porta, superou muitos obstáculos para que ficasse melhor, não pode de modo nenhum ter uma recaída. Será drástico sem Nara aqui para cuidar dela, ela sempre sabia o que fazer, elas tinham uma rotina juntas. Comunicavam-se melhor.
— O que fazem aqui?
As ruas estão sem líder para comandar caso aconteça algo de extrema urgência. Além de cuidar da minha irmã agora terei que colocar ordem nestes filhos da mãe.
— Não vai nos convidar para beber?
Naruto questionou naquele tom de deboche quando deseja me irritar, isso ocorre muito, e um dia perderei a cabeça e farei o que já deveria ter feito.
Colocar alguns hematomas naquele seu rosto.
— Não vieram à minha casa para encher a cara. Digam o que desejam.
— Nos diga você, irmão.
Takashi, disse olhando diretamente para meus olhos.
— Sobre?
— Mahina.
— Isso não é suficiente.
— Não nos enrola, irmão, vimos você indo atrás dela, o que ela tem?
— Desde quando se importam com ela?
— Deste que omitiu sobre sua esposa.
Goru disse.
— Eu fui diagnosticada com transtornos depressivos e suicidas.
Mahina afirmou no topo das escadas.
— Volte para seu quarto Mahina.
— Irmão, peço autorização para passar a noite no apartamento da Nara.
Ela pediu autorização, talvez seja uma boa ideia para ela se recuperar rápido.
— Volte depois da escola.
Respondo.
— Você está separado da sua esposa? Se papai souber disso.
Goru questionou surpreso.
— Que se f**a aquele bastardo, eu sou chefe desta família, a única pessoa que ele deve temer é a mim.
— Não quis desrespeitá-lo, irmão, nossa comunidade não aceita separações.
— Como não aceita mulheres estrangeiras, acham que não sei o que fazem o deixam de fazer? E mesmo assim não fico importunado pela vossa escolha em quebrar regras porque estou pouco me lixando nelas, eu quero dizem em outras e sábias palavras para cuidarem da vossa vida particular.
— Eu sinto muito irmão, não quis desrespeitá-lo.
— Irmão, eu estou indo, volte para jantar amanhã, precisamos conversar.
Mahina disse nos interrompendo descendo as escadas rapidamente.
— Podemos trocar jantar com almoço.
— Não, jantar, tenho compromissos. Irmãos até outro dia.
— Senhor.
— Fique de olho nelas, avise-me qualquer alteração.
— Aonde estávamos?
Eu questionei a eles.
— Mahina, porque não nos contou?
— Vocês nunca perguntaram, porque eu diria?
— Ela é nossa irmã, não precisavam passar por isso sozinhos.
— Foi necessário, um distraído com o trabalho era suficiente, todos não, ela está sob minha responsabilidade, cabia a me tomar uma decisão sobre seu estado de saúde.
— Isso não é justo, ela é nossa irmã.
— Continuará sendo, agora que sabem da verdade, façam um esforço em se importar com ela, caso não, nem tentem se aproximar.
No dia seguinte, voltei para casa na hora do jantar como o combinado, apesar de não estar muito feliz de desviar meus planos iniciais.
— Demorou.
Disse Mahina reclamando do meu pequeno atraso de alguns minutos, abri a geleira e escolhi uma garrafa de champanhe, levei a taça de espumante. Troquei seu copo de cerveja com uma taça de champanhe.
— Irmão, eu não gosto disso.
— Uma dama não bebe cerveja.
— Eu quero beber o que eu quero, sem me importar em descer do maldito salto.
— Cuidado com essa língua.
Ela revirou os olhos bruscamente, eles pareciam que iam saltar dos e me comer vivo.
— Eu quero beber cerveja.
— Não me desafie Mahina.
— Eu sou sua irmã, não me trate como tratava Nara.
— Como eu tratava-a?
— Como sua prisioneira, ela fazia tudo o que você queria, e com isso não foi suficiente para você amar ela.
— Por que estamos falando de mim?
— Minha cunhada Yoku morreu, você teve a oportunidade de conhecer viver com outra mulher, alguém que te ajude a curar suas feridas, que te ame e deseje estar consigo.
— Não...
— Yoku não vai voltar, irmão, ela morreu, ela quis assim e desejou que fosse feliz com ela, por isso casou com Nara, para constituir uma família e não destruir tudo o que Yoku fez.
Ela ergueu sua postura e ficou de pé, levou seu copo de cerveja e seu parto com sua comida.
— Não vá atrás dela se não quiser que ela para faça parte da sua vida.
Dito isso, ela subiu para seu quarto.
— Senhor.
— O que foi?
— Traga ela de volta.
~~CAPÍTULO 37~~
KEN
Quando entramos no seu apartamento, levantei-a até o balcão da cozinha e me pus entre suas pernas. Não existia nada que me obrigasse a me conter, por isso segurei-a pela cintura e beijei-a agressivamente na boca. O meu beijo foi tão violento que machuquei seus lábios.
Mas ela me devolveu o beijo com o mesmo desejo. O mundo desapareceu e Nara foi a única coisa que ficou para trás. Esqueci minha existência solitária na mansão. De todo o uísque que tinha bebido e dos lamentos que me inundavam o peito. Era a primeira vez que sentia paz em meses.
Fechei meu punho em torno de seu cabelo e reconheci sua familiar suavidade. Estavam maiores que antes, mas emanava o mesmo aroma de baunilha e laranja. Aquele cheiro permaneceu em meu quarto por semanas depois que ela partiu.
Mas um dia, desapareceu e eu me senti perdido.
A pressão do meu sangue rugia nos meus ouvidos e meu coração ecoou o mesmo ritmo que o seu.
E então foi quando finalmente me senti completo, pela primeira vez em meses. Toda a dor, toda a aflição e toda a raiva desapareceram. Interrompi o nosso beijo e olhei-a.
Ela olhou para mim, franzindo os lábios vermelhos. Nunca a privaria de sua liberdade. Em inúmeras ocasiões no passado, quis acorrentá-la a uma parede e possuí-la por completo, mas aquele fogo em seus olhos me impedia.
Exigia lealdade sem pronunciar palavra.
Tinha mais poder do que se dava conta, e esperava que nunca descobrisse.
Porque todos os dias eram uma tortura sem ela.
Minha vida era um borrão sem sentido. Vivia no lugar mais bonito do planeta, possuía o tipo de luxo com que a maioria só poderia sonhar e podia ter qualquer mulher que quisesse.
Mas nada daquilo importou quando ela partiu.
― Eu quero você.
― E isso é tudo?
Sussurrou. Talvez se voltasse a tê-la, conseguiria desabafar e continuar com minha vida. Talvez as coisas não terminassem como deveriam ter terminado.
Eu sabia por que se sentia assim. Ela me disse duas palavras que eu não repeti.
E nunca me perdoaria por aquilo. Mas talvez conseguisse fazê-la mudar de ideia. Talvez pudesse fazê-la se apaixonar por mim de novo.
Então ela seria minha para sempre.
― Está bem.
***
― O que você quer fazer?
Entrou no quarto e começou a despir-se lentamente. Brincou com a parte superior das calças antes de desabotoá-la e retirá-la lentamente. Ao mover-se, seus quadris se balançaram e, sem que tentasse sequer, me pareceu a mulher mais sensual que tinha visto na vida.
Eu tinha uma ereção enorme dentro do jeans que se apertava dolorosamente contra o zíper. Desejava desesperadamente me livrar para me esfregar contra seu sexo escorregadio e deslizar em seu interior.
Queria esticá-la e apagar a memória daquele homem que não a merecia. Se aquele i****a a via como uma causa perdida, então nunca a havia olhado de verdade.
Ele não enxergava o que eu via. Se tivesse prestado atenção, teria avistado que o fogo dos seus olhos não tinha diminuído de intensidade.
Teria guardado a indiscutível sexualidade que emanava de cada centímetro de sua pele. Teria implorado para ela ficar comigo. i****a de merda.
Era a primeira vez que meu ciúme se aplacava.
Nara virou-se para se pôr diante de mim, de pé com sua camiseta e sua calcinha preta. A camiseta a abraçava, destacando suas sensuais curvas naturais. Seus largos quadris se estreitavam para formar uma cintura estreita. Quando a contemplava por trás, suas curvas se acentuavam ainda mais. Para meu p*u aquilo parecia o paraíso.
Olhou-me fixamente, com aquela confiança orgulhosa que a tornava provocativa de forma inata.
Nenhuma outra mulher conseguia fazê-lo sem parecer presunçosa. Qualquer mulher que entendesse que era um 10 perfeito tornava-se imediatamente um zero.
Mas uma mulher que nem se preocupava em se pontuar era um 10 perfeito. Nara tirou a camiseta pela cabeça e deixou o sutiã preto descoberto.
Era do tipo que acentua o decote, e mantinha os seus s***s firmemente unidos. Era como uma pista de aterragem para o meu p*u, que podia f***r seus p****s até não poder mais.
― Você ainda não respondeu minha pergunta.
Ela se aproximou, sem afastar seu olhar autoritário de mim. Meus olhos pousaram sobre seu esbelto pescoço e no oco de sua garganta.
Meus lábios ansiavam depositar ali infinitos beijos, queimando seu corpo com o meu contato. A razão pela qual deixei escapar esta bela mulher era um mistério para mim. Passei noites me masturbando como um adolescente porque não podia ter o que realmente queria.
― Então, qual era a pergunta?
Ela abraçou o torso com os braços finos e abriu o fecho que mantinha o sutiã fechado. Ele soltou-se imediatamente, e as alças caíram sobre seu peito.
Lentamente, a gravidade fez efeito e o sutiã caiu no chão com um suave ruído surdo.
Senti falta daqueles p****s. Era muito bonitos.
De repente senti que minha língua era muito grande para minha boca. Queria banhar seus m*****s com beijos dolorosos antes de sugá-los até deixá-los em carne viva.
Já tinha visto o seu belo corpo nu mais vezes do que me lembrava, mas agora que se submetia a mim, a minha ereção era galopante. Vê-la curvar-se perante mim, ceder-me o controlo, era o que mais me excitava no mundo.
Ela era finalmente minha.
Agarrou as tiras da tanga antes de baixá-las por aquelas pernas, longas e requintadas.
O paraíso que tinha entre elas estava perfeitamente mantido, e me chamava.
― O que você quer fazer?
Não conseguia decidir o que queria.
Queria tudo de uma vez.
Queria aquela linda boca à volta do meu pênis, mas também queria estar a 25 centímetros dentro dela.
Ela percorreu a distância que nos separava com a roupa interior ainda na mão. Pousou os dedos sobre meus jeans e desabotoou lentamente o botão. Ao baixar o zíper, meu sexo saltou por fim, livre de restrições.
Pressionou-se contra a frente dos meus boxers, dirigindo-se a ela como se tivesse consciência própria.
Mantive os braços de lado, apesar do quanto desejava tocá-la. O seu número estava me aquecendo e eu estava curioso sobre o que faria a seguir.
Ela estava tomando a iniciativa naquela noite e eu estava gostando de lhe dar as rédeas. Baixou o jeans e os boxers até os tornozelos e depois voltou a endireitar-se.
Era muito mais baixa que eu e minha virilha chegava ao se estômago.
Mas sua altura não a debilitava.
Era a pessoa mais alta em qualquer quarto em que entrasse.
Enrolou a sua tanga preta à volta do meu pênis e começou a massageá-lo, usando o laço macio para estimular a pele tensa do meu sexo.
Parte de sua umidade embebia a roupa, e pude sentir como se estendia desde os testículos até a ponta.
Caralho. Subia e descia a mão com lentos movimentos, centrando-se na sensação de cada momento em vez de na estimulação de ir o mais rápido possível.
Porra, ela sabia o quão sensual era?
― O que quer fazer?
Tocou o canto da minha boca com os lábios, mas sem me beijar. Me provocava, aproximando seus apetitosos lábios a escassos centímetros de minha boca.
Doía-me a virilha porque a realidade era melhor do que tudo o que eu pudesse ter imaginado. Era como na mansão, mas melhor, de certo modo. Ela tinha um domínio total e até agora não tinha conseguido compreender a enorme responsabilidade que acarretava.
― De joelhos.
O poder atravessou-me a coluna, começando na virilha e estendendo-se para a nuca. Por fim aquela mulher era minha. Ela caiu no chão sem reclamar da dor nos joelhos. Manteve a mão à volta da minha ereção, com a calcinha enrugada perto dos meus testículos. Seus dedos brincavam lentamente com meu escroto, massageando-o com ternura.
― Eu vou f***r sua boca.
Peguei o cabelo dela com a mão e segurei firme na parte de trás da cabeça. O fio dental ainda estava lá, mas eu não queria tirá-lo. Eu adorava sentir a umidade de seu sexo no tecido delicado.
Agarrei a base do meu p*u e esfreguei seus lábios com a ponta.
Começou a me beijar imediatamente, tirando a língua para esfregar a pele sensível. Tinha os olhos brilhando como uma fogueira, e me coube a certeza de que a umidade estava começando a acumular-se entre suas pernas.
Continuava a adorar ter o meu enorme pênis dentro da sua boca. Algumas coisas nunca mudam.
Eu me enfiei dentro dela, indo até o fundo da garganta. Como a campeã que era, engolia tudo sem ter reflexos de vômito. Conteve o fôlego, porque tinha a garganta bloqueada. Quando me retirei de sua boca, inalou profundamente. Então voltei a meter com tudo. O melhor nem sequer eram as sensações do boquete.
Nada podia superar o que eu estava vendo. Estava obcecado com aquela mulher, e vê-la de joelhos como se eu fosse seu rei fazia maravilhas com meu ego.
Fodi profundamente sua garganta durante alguns minutos, conservando a cena no fundo da mente para a valorizar depois.
Isto era algo com que me masturbaria quando ela não estivesse comigo.
Meu maior desejo era não ter que recorrer a isso.
Tirei o meu p*u da sua garganta quente e mandei-a deitar-se na cama.
― De costas. A cabeça no travesseiro.
Toquei-me enquanto a observava me obedecer. Ela se deitou na cama como ordenado. Como uma escrava, esperando minha próxima ordem.
Subi sobre ela e coloquei outro travesseiro debaixo da sua cabeça. Curvei-lhe o pescoço até ficar com o rosto na vertical. Olhou-me com certa confusão, mas não fez nem uma só pergunta. Agarrei seus s***s e banhei o vale entre eles com úmidos beijos.
Minha ereção balançava para frente, a um par de centímetros de seu estômago.
Quando todo o seu peito estava coberto de saliva, coloquei-me em cima dela.
― Junte seus p****s.
Ela fez o que pedi, criando um vinco entre eles.
― Abra a boca, por favor.
Ela fez o que eu mandei. Um calafrio me percorreu as costas ao presenciar sua obediência. Coloquei meu p*u entre seus p****s deslumbrantes até ver a glande emergir do outro lado. Ela pousou em sua boca e descansou sobre sua língua.
― Nara, mantenha seus p****s juntos.
Balancei os quadris, deslizando pelos seus úmidos p****s. Ela os mantinha firmemente unidos, como havia lhe pedido, e sua língua roçava minha glande cada vez que chegava a ela.
Não tirei os olhos de cima dela nem um segundo, embelezado com o tremor de seus s***s.
Nunca tinha fodido seus p****s, e estava me divertindo com isso.
Ela manteve a língua de fora, preparada para meu m****o cada vez que se aproximava de sua boca.
De certo modo, era melhor submissa agora do que jamais foi.
Não havia luta nela, porque desejava que a conquistasse.
O êxtase se aproximou como um tremor distante na parte inferior do meu p*u. Pude sentir a euforia subindo até a ponta, sabendo que a explosão não tardaria a chegar.
Eu queria ceder ao desejo carnal de gozar no seu rosto, mas me contive. Tirei meu m****o dos seus p****s preciosos e a segurei pelos quadris.
Puxei-a para baixo de mim e abri suas pernas. Meu p*u se encostava no seu estômago, reluzente com uma mistura de sua saliva e meu pré-sêmen.
Ele se contraía em expectativa, preparado para afundar-se naquela mulher, que absorvia toda minha concentração. Ela agarrou meus antebraços, enterrando suas longas unhas profundamente em minha pele, e quase me tirando sangue. Quanto mais se agarrava a mim, maior era o meu desespero por fodê-la.
Ela tinha mantido uma máscara de indiferença ao falar, mas agora que estávamos nus juntos e a ponto de f***r, sua atitude era tudo menos indiferente.
Subi em cima dela até meu rosto ficar a centímetros do dela. Seus lábios reluziam pela saliva com que tinha banhado minha enorme ereção, e a boca ligeiramente aberta deixava entrever seus dentes brancos.
Tinha visto aquela expressão cem vezes e sabia o que queria dizer. Queria que eu a beijasse. Segurei meu peso com os braços e desci lentamente até que nossas bocas se tocaram.
Como se nunca a tivesse beijado, uma violenta explosão irradiou do fundo do meu peito. Era um rugido que escorria pela minha pele e saia do fundo da minha garganta.
Os músculos do meu corpo ficaram tensos e fechei os punhos nos lençóis. Ela ofegou suavemente contra minha boca ao conseguir o contato que desejava.
Seus lábios tremeram contra os meus e ela rodeou os tornozelos nas minhas costas atraindo-me para si, desejando-me em seu interior naquele momento.
Depois levantou as mãos até meu rosto e as enfiou em meu cabelo. Segurava-os com tanta força que quase arrancou meus tufos. O seu corpo balançava contra o meu e os seus quadris pressionavam-se contra mim, ansiosa por sentir-me dentro dela.
― Ken… me fode. p***a!
Desloquei os quadris até pressionar meu pênis contra sua entrada. Jogando todo meu peso ao empurrar, penetrei-a até o fundo em um só e fluido movimento.
Sua b****a era mais estreita do que me lembrava, mas o meu p*u deslizou para dentro com facilidade. Porque nunca esteve tão molhada.
― Sim.
Ela arrastou suas mãos descendo por minhas costas, com unhas afiadas como punhais. Arfou em minha boca, porque não era capaz de me beijar. Tudo o que podia fazer era gemer… gemer para mim. ― Ken…
Fiz com que o seu corpo se curvasse sobre si mesmo até que não fosse mais do que uma minúscula bola debaixo de mim.
Tinha as pernas firmemente apertadas em torno de minha cintura e os braços ao redor de meu torso.
Encolhida e retorcida debaixo de mim, eu a fodi com força contra o colchão como um marinheiro recém desembarcado.
Meu braço rastejou por baixo dela até chegar a sua nuca. Fechei os dedos a seu redor e dei um firme aperto. Segurando-a com força, guiei-a enquanto entrava e saía dela, batendo-me contra seu corpo violentamente.
― Nara.
Sua b****a parecia o paraíso depois do período de abstinência que tive que suportar. Mas a espera tinha valido a pena, porque aquele momento era poderoso, e paralisante. A conexão que compartilhávamos tinha sido renovada com intensidade. Eu a sentia, e sabia que ela também podia senti-la.
Eu era incapaz de continuar prolongando aquele momento. Me masturbar não tinha aumentado a resistência que tinha antes. Eu precisava inundá-la com a grande quantidade tão de sêmen que não eu conseguia reter.
Senti a necessidade de apagar qualquer vestígio do homem que tinha me substituído.
― Nara, afaste-se