Caminho apressadamente de volta a mansão. Nenhum segurança me impede ou esta no caminho! diminuo o ritmo a maneira que percebo a movimentação da casa. — entra — a voz de bae ecoa da entrada me aproximo devagar medindo cada passo a medida que fica visível para min a mulher amarrada na cadeira (espera aquela não era a conzinheira ? ) eu não tinha certeza se sabia seu nome. lee esta parada ao lado dela com uma fita na mao , suspiro de alivio. meus olhos vão de encontro aos dele , não parece nem um pouco satisfeito. — e ela ? — questiono e ele acena em concordância — sim e ela!- me aproximo lentamente os olhos da cozinheira estavam roxos ela m*l sustenta o peso da própria cabeça engulo a seco abaixo a cabeça ate que nossos olhos se encontrem. — por que ? — sussurro e seus olhos se en
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