Senti o vento bater com força contra meu rosto por uns segundos, mas de repente tudo parou. Quando vi, estava pendurada, Dylan me segurava pelo braço direito, aquela cena típica de quando um personagem cai de um prédio ou precipício e o outro o segura pelo braço. E aquilo doía pra CARAMBA Não conseguia dizer nada, apenas olhar para o rosto de Dylan, minha vida estava literalmente nas mãos dele, se ele quisesse se livrar de mim e dizer que havia sido acidente, o momento era perfeito. Ele olhou nos meu olhos e me puxou rapidamente de volta para o telhado. Me deitei recuperando o fôlego e acalmando a adrenalina. — O QUE ESTAVA PENSANDO? DE NOVO, p***a? – ele gritou — EU NÃO IA PULAR, VOCÊ QUE ME ASSUSTOU SEU FILHO DA p**a – gritei de volta, me sentando para encará-lo melhor e demonstra

