Eduarda Um buraco enorme em meu peito, era o que eu tinha naquele momento... Parecia que minha dor iria consumir todo meu ser de dentro para fora. Foram apenas dois meses, mas foi tudo tão intenso, tantos momentos bons e alegres ao lado de meu recém descoberto avô. Alaric: - Querida, você precisa se acalmar. - disse pela décima vez e tudo que consegui fazer foi chorar ainda mais. Sara: - Duda, está na hora. - chamou me abraçando. Minha irmãzinha, sendo muito mais forte que eu naquele momento, sei que ela estava tão triste quanto eu, mas estava se fazendo de durona porque eu estava sendo uma pamonha. Duda: - Então vamos. - peguei meu casaco e segui minha pequena guerreira. O caminho foi silencioso, as pessoas pareciam estar com medo de dizer a coisa errada. Chegamos ao cemitério e tud

