Capítulo 13

1186 Palavras
O silêncio que segue o tumulto dos jornalistas é um bálsamo para os meus sentidos. Embora Samantha ainda permaneça sem palavras, sua surpresa me diz que consegui algo incomum: deixá-la sem palavras. Conhecer alguém como ela em profundidade, tão acostumada a ter sempre a última palavra e seguir seus próprios caprichos, me dá um prazer sutil, mas indubitável. Silenciá-la não é uma tarefa fácil, mas a ocasião garante isso. Desta vez, o vosso casamento terá lugar nas minhas condições. É a única maneira de aceitar essa loucura de união entre nós dois. Embora eu deva admitir que o incentivo de seus lábios, seu doce sabor ainda palpável no meu, é algo que me deixa louco e me faz questionar minhas próprias regras auto-impostas. A partir do momento em que nossos lábios se encontravam em um desejo irreprimível, eu sabia que nada seria o mesmo entre nós. Mas, ao mesmo tempo, percebi que não posso permitir que essa paixão desenfreada obscureça meu julgamento. A racionalidade deve prevalecer, mesmo no meio da tempestade de emoções que nos rodeia. Minha determinação de impor minhas condições para o casamento é firme, mas a tentação de ceder a ele é esmagadora. Samantha tem um poder sobre mim que me confunde, uma capacidade de me desarmar com apenas um olhar ou um toque de seus lábios. Mas sei que ceder aos teus desejos seria abrir mão do meu controlo, algo que não estou disposto a fazer. Embora a perspectiva de tê-la como esposa me encha de calor reconfortante, sei que não posso permitir que o desejo obscureça meu julgamento. Devo permanecer firme em minhas convicções, mesmo que isso signifique resistir à tentação que ela representa. Enquanto assisto ao silêncio cúmplice que compartilho com Samantha, sei que estamos no meio de uma encruzilhada. Nosso futuro junto é incerto, mas uma coisa é certa: nada jamais será o mesmo de antes. — Tão quieto que você é assustador. — olhe para cima do seu telefone, que tem quase toda a sua atenção. — Com quem você está falando? — Eu aumento, me levantando e andando em sua direção. — Você também controlará o que eu faço como marido? — rosnados, tirando o dispositivo do meu alcance. —Eu fiz isso enquanto era seu guarda-costas, o que te faz pensar que agora será diferente? —Ele se afasta da sala, caminhando até a cozinha, me ignorando completamente. A ideia de Samantha falando ao telefone com Theo me magoa profundamente. Conheço muito bem sua natureza impulsiva e, infelizmente, há uma boa chance de ela estar fornecendo explicações desnecessárias para o cancelamento de nosso futuro casamento, e talvez até justificando como acabou noiva de mim. Embora uma parte de mim tente racionalizar a situação, o ciúme me invade sabendo que Samantha ainda mantém contato com ele, que sua influência ainda pode afetá-la e que não poderei impor minhas regras com a mesma facilidade que gostaria, dada a sua personalidade forte. Embora tente manter a calma e a serenidade nesta situação, a verdade é que estou consumido pela dúvida e pela desconfiança. Posso confiar que Samantha será honesta comigo sobre a natureza de seu relacionamento com Theo? Ou ela está escondendo alguma coisa, com medo de me machucar ou de enfrentar as consequências de seus atos? Vou até a cozinha ouvindo a voz dela e tentando tirar dúvidas da minha cabeça, não vou aguentar esse tipo de sentimento negativo, por isso prefiro não casar com ela e deixar ela ver o quanto ela faz merda para não perder a casa da mãe. — Eu já te disse, não deveria te dar explicações, me deixe em paz. —Ele rosna quando entro na cozinha. —Aconteceu assim e pronto, mas seríamos um casamento meramente falso, lembra? —Eu posso ouvir Theo gritar mesmo que o telefone não esteja alto. — Samantha, você me fez de bobo! —A raiva começa a me cegar, não há motivo para gritar com ela. —Você é e******o, eu prometo que isso não vai ficar assim. — Ele ameaça. É aí que minha paciência acaba, arranco o telefone da mão dela, ele se vira de repente, me olhando com medo, não tem medo do que Theo lhe diz, mas sim do que sou capaz. Não só eu a conheço, ela me conhece e sabe que não tenho um pingo de compaixão. —Ligue para ele de novo e vou quebrar sua cara de um milhão de dólares. —Aviso sem tirar os olhos dela. —Samantha é minha esposa agora, i****a. —Desligo e jogo o telefone na bancada da cozinha. Não entre no meu negócio novamente. —Ele bate o dedo no meu peito. — Seu negócio sempre foi meu. —Eu a pego pelo pulso, puxando-a e trazendo-a para mais perto do meu peito. —Entenda que, para ser minha esposa, você deve se acostumar a seguir minhas regras, caprichosa. – Minha respiração bate em sua boca. —Você é mais tóxico que meu pai. —Ela refuta, irritada. —Não vou aceitar que você me controle, não quero você... Antes que ela diga qualquer outra coisa, selo minha boca com a dele. Seus lábios espirituosos se movem sobre os meus, é óbvio que levo vantagem e venço a luta que se forma entre nossas línguas. Ele a empurra suavemente até deixá-la entre o balcão e meu corpo, minhas mãos agarram sua b***a, eu aperto como quero. É um pecado! — O vestido é curto e me permite tocar a pele macia que ela tem, se ela não me parar, eu não vou, eu não sou louco para obter uma ereção e ficar tão ansioso, não quando eu gosto de Samantha desde a primeira vez que eu a vi, só que o meu trabalho me impediu de fazer isso, no entanto, eu tenho outra tarefa e é ser o marido dela, certamente o pior da minha vida, e o mais estimulante. Eu a levanto, e ela envolve as pernas em torno do meu quadril, eu perfuro o tecido de sua calcinha minúscula, ela torce em meus braços enquanto ainda me beija. Seria mais fácil se ela se recusasse, mas ela se dedicou às minhas carícias. Minha boca de repente a libera, estando ciente do que vai acontecer, seus olhos estão fechados e quando ela não sente mais meus lábios, ela me olha com uma inocência que eu nunca vi nela. — Eu posso parar... O que faria você parar? — ele me interrompe. —Não vou recusar, também não estou drogado e tenho consciência de que quero isso, assim como você. —Ela se move em meus braços, atingindo sua b*******a quase nua com o bojo que cobre minha calça. -Então? —Um sorriso de lado, cheio de erotismo, me leva a beijá-la novamente. Sexo uma vez por dia. Repito mentalmente a regra por mim imposta, que não cumprirei, pois será mais de uma vez, não aguento ficar só um tempinho com ela, porque é isso que vai acontecer agora, à noite eu preciso ter ela na cama de quatro patas e com a b*******a molhada, pronta para eu entrar nela.
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