Capítulo 7

1045 Palavras
Capítulo 7 Veneno narrando Eu não sou uma pessoa r**m, na verdade até sou mas eu tento não deixar isso ficar visível o tempo todo só que tem algo na Gabriela que desperta o meu pior e eu não sei como controlar isso então eu acabo fazendo o que sei fazer de melhor usar todos os tipos de drogas pra fugir da realidade. Essa noite sem dúvida nenhuma foi a mais perturbadora de toda a minha vida, eu estava fora de mim e só me dei conta do que estava acontecendo quando eu vi Gabriela rolar os degraus da escada e cair no chão desacordada. Marielly- o que você fez ? - ela pergunta atrás de mim me assustando Veneno- do que você está falando ? - pergunto descendo a escada e ela vem atrás de mim Marielly- você matou ela - ela fala ajoelha no chão com sangue nas mãos enquanto chora Veneno- para de falar besteira garota - passo a mão na cabeça Marielly- você se tornou o pior monstro possível - ela me olha com um olhar de raiva enquanto alisa o cabelo de Gabriela, deu até um aperto no peito vendo ela assim parada tão sem vida Veneno- eu vou chamar um vapor pra levar ela pro hospital e você vai com ela - falo indo em direção a porta Marielly- vou por ela e não por você - respiro fundo e continuo saindo de casa, vou até o portão e grito Magrinho que vem com o carro pra pegar a mina, já com as duas dentro do carro ele da partida direto pro hospital Ando pela sala de um lado para o outro pensando na merda que eu fiz, eu deixei mais uma vez tudo que existe de r**m em mim tomar conta e agora eu posso ter matado a garota sem ela ter feito nada Pego uma garrafa de vodka e viro vários goles de uma vez, pego meu celular e mando mensagem pra minha irmã que apenas visualizou e não me respondeu, cheiro algumas fileiras de coca e sinto a adrenalina correr pelo meu corpo, viro mais alguns goles de vodka e descido que preciso fuder pra relaxar um pouco Saio de casa só de bermuda e com a minha pistola na cintura, vou caminhando na rua escura procurando a minha presa e avisto na pracinha uma mina, quase nua, sentada no banco com outra garota até gostosinha mas não me interessou tanto quanto a outra, me aproximo delas Veneno- tá tarde pra ficarem na rua sozinha não ? - elas me olha meio surpresas mas logo sorriem Laís- a gente sabe se proteger - ela fala me olhando de cima a baixo Veneno- qual teu nome ? - ela levanta ficando de frente pra me mim Laís- Lais mas pode me chamar de Lazinha se quiser - ela fala fechando os braços deixando seus p****s quase pulando pra fora - aquela é minha amiga, Joana - aceno com a cabeça e ela sorri, não passam de piranhas mesmo Veneno- bora trocar uma ideia ali - aponto pra um bequinho mais na frente Joana- eu também ? - ela pergunta animadinha Veneno- não, só tua amiga mesmo - ela bufa e a Laís sorri Laís- vamos chefe - saio andando na frente e ela vem atrás de mim, entro no bequinho e ela vem colocando a mão em mim aproximando seu rosto do meu tentando me beijar e empurro ela Laís- o que foi ? Veneno- eu não beijo p**a, agora tira a roupa - ela abre a boca pra questionar e puxo minha pistola - bora vagabunda que eu quero te comer - ela arregala os olhos Laís- tá - ela fala com a voz trêmula e começa a tirar a roupa Em outras circunstâncias eu ia me divertir muito com essa garota, seus p****s pularam pra fora e são enormes deliciosos, me deu água na boca na hora, ela tirou o micro short que usava e já estava sem calcinha então ficou toda nua na minha frente, sorrio com a imagem dessa vagabunda gostosa peladinha enquanto caminho na direção dela, passo o cano da minha pistola pelo corpo dela e sinto meu p*u dando sinal A pele dela começa a ficar arrepiada e seus m*****s durinhos, seguro um com a minha mão e inclino minha cabeça chupando seu biquinho, delícia, só perdem prós deliciosos p****s da Gabriela, dou algumas medidas nos m*****s e ela resmunga de dor Veneno- quero ouvir você latindo como a cachorra que você é - falo enquanto coloco a camisinha no meu p*u e em seguida viro ela de costa jogando seu corpo na parede - empina essa b***a - ela obedece, começo a enfiar meu p*u na b****a dela que não chega nem aos pés da b****a da Gabriela, fechos meus olhos e imagino a ela ali no lugar dessa p*****a e meu t***o vai lá no alto então começo a socar com força e ela gemendo, ainda com a pistola na mão enrolo o cabelo da v***a na outra e puxo ele pra trás e soco com toda a força possível, vou metendo e imaginando a Gabriela ali, até consigo sentir aquele cheirinho gostoso dela, dou vários tapas na b***a da vagabunda pra deixar toda ardida mesmo, não demorou muito e g**o logo, quando abro os olhos percebo que não é Gabriela ali e sinto um nojo, tiro a camisinha e jogo fora, visto minha bermuda e guardo a pistola Laís- eu nem gozei - ela fala no canto se encolhendo Veneno- e quem disse que era pra você gozar ? - nem espero pela resposta, saio andando e deixo ela sozinha lá, pego meu telefone e ligo pra Marielly que me atende chorando LIGAÇÃO Veneno- o que tá acontecendo ? Marielly- ela acabou de sair da cirurgia, teve um sangramento no cérebro Veneno- vai morrer ? Marielly- não mas ta desacordada e provavelmente quando acordar vai estar sem memória Veneno- me mantenha informado LIGAÇÃO Desligo o telefone e sinto um aperto no peito, sem memória? por minha causa, c*****o, eu sou um merda mesmo, penso enquanto caminho pra casa, ela não merecia isso, nunca me fez nada e eu tratei ela como um lixo, me jogo no sofá pensativo.
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