Meu coração batia tão forte que eu achei que fosse ter um treco antes de entrar naquele hospital. Desci do taxi e segurei a garrafinha de água com tanta força que o plástico cedeu e amassou. Ainda bem que meus pais ainda não me deixavam dirigir, porque naquele momento eu não teria condições de conduzir um veículo sem causar um acidente. Na porta do hospital, respirei fundo e bebi o restante da agua. Coragem Amanda! Se a sala dele era a mesma da última vez que eu tive ali, era no final do corredor, então daria tempo para minha respiração voltar ao normal até chegar lá. A sala estava vazia. Ele não tinha pacientes naquele dia? Me aproximei do balcão meio sem jeito. - Oi. Eu queria falar com o Dr. Rudney. A moça levantou os olhos distraída. - Tem consulta marcada? - Eu... não. É

