Observei a Paloma fazendo um strip-tease ao som de uma música erótica, enquanto o Mateus, meu amigo e colega do hospital batia uma punheta sentado no sofá do meu quarto. Aquela era uma cena comum nos últimos tempos. Eu e Mateus transando com a Paloma, ou qualquer oura garota, juntos. Quando aquilo tinha começado? Não sei. Em algum momento no meio da loucura que era trabalhar em um hospital de traumas em São Paulo. Vivíamos sempre à beira de uma ataque de nervos e cada um relaxava do jeito que podia. Alguns bebiam, ou fumavam e a gente resolveu descontar no sexo. Era sexo duro, sujo, sem emoção, quase uma punição. As enfermeiras eram novo alvo preferido. E elas adoravam t*****r com os médicos mais velhos e bonitões. Os dois lados saiam ganhando. O problema era que eu estava querendo

