Meu estomago reclamava de fome, mas não sei o que era melhor: levantar e providenciar alguma coisa para comer ou continuar ali curtindo aquele momento. A Neide estava quieta deitada meio de lado no sofá. As pernas enroscadas nas minnas e a cabeça dela pesava sobre meu peito. Passei a mão devagar pelas costas dela subindo até a nuca e descendo de novo até o bumbum. Ela se contorceu rindo baixinho. - Para! Eu sinto cócegas! Estirei a mão e peguei meu celular no chão, abrindo no aplicativo de comida. - Juro que prefiro seu macarrão, mas agora não dá, então peço pizza ou hambúrguer? Ela tentou levantar e eu a segurei prendendo o corpo dela com as minhas pernas. - Pizza. Sem muita concentração escolhi um sabor qualquer. A mão dela alisando meu peito me desconcentrava completamente. Fin

