Alemão Precisei me adiantar, e fazer a proteção da minha nora. Tranquei-a no quarto mesmo contra sua vontade, ela me xingava e berrava de tudo quanto era nome. Nada podia fazer, precisava defender esse morro, o legado deixado nas mãos substitutas. Minha, e do meu filho. Arrumei as armas e fui pro batente, mano a mano, corpo a corpo. — Alemão, tudo indica que foi o canalha daquele Léo. Ainda não deu as fuças, o malandro. — Deixa baixo, já vamos saber quem está orquestrando essa arruaça de merda. — Sim, nosso Sub. Avançamos atirando no inimigo. Os moradores ficaram em alerta, buscando se esconder em suas casas. — Aqui! Gritou um dos homens, apontando na colina, e lá estava o próprio, ao lado da sua rainha Beta. — Vamos! *** Demoramos uma hora nesse confronto, entre balas,

