Arian Quando Nina chegou no antigo apartamento do seu falecido pai, deixei-a olhar tudo. A vontade, e seguida pela sua forte curiosidade, foi vasculhar cada cantinho enquanto ia trabalhar no computador, precisava adiantar algumas tarefas. E se a fuga da menina tivesse sido alertado às autoridades. Mas até o momento nada tinha acontecido. Mesmo insistindo para ela dormir se recusou. Os primeiros raios de sol entravam pelas frestas da janela. As persianas foram abertas por ela, alegando estar bem animada e que não iria conseguir pegar no sono. Portanto, fui preparar o café da manhã. Nina fez questão de me ajudar. Moça prendada e muito prestativa, sabia fazer muitas coisas na cozinha. Foi bem educada. Mas questionei o que a fez partir, já que sabíamos que ainda não éramos um casal de fato

