O dia no parque foi como um respiro coletivo. Entre gargalhadas soltas, corridas despreocupadas e gritos nas montanhas-russas, parecíamos oito crianças libertas da rotina. Comemos de tudo um pouco — desde algodão-doce até comidas exóticas que eu nunca tinha provado. Estávamos todos entregues à leveza daquele momento raro. Quando a noite chegou, o parque ganhou outra vida: luzes piscando, sons vibrantes e o vento mais frio trazendo uma atmosfera quase mágica. Decidimos fazer uma pausa, sentamos num dos bancos próximos à roda gigante, recuperando o fôlego antes de nos lançarmos novamente à diversão. Foi aí que notei Zen se afastar discretamente. Desapareceu entre as luzes e as pessoas. Não falamos nada, talvez achando que ele voltaria logo. Alguns minutos depois, Anderson disse que iria

