Capítulo 31

3261 Palavras

UM MAR DE TRANQUILIDADE. O som das risadas dos rapazes ecoam no barzinho, no centro de NY. Estamos acomodados em uma mesa reservada, tomando o terceiro drink dessa noite e lembrando dos momentos de euforia no bloco cirúrgico do Mont Sinai. — Cara, eu nunca senti tanto prazer na vida em revidar com alguém. Sério. Nem faz parte da minha política de vida, mas devolver aqueles tiros no peito do desgraçado, lavou a minha alma! — Marcos diz com um sorriso largo e ergue seu copo em um brinde. Os homens ao redor da mesa o acompanham, erguendo seus copos na sequência e os copos tilintam. Mais risadas se espalham pelo ambiente. — O meu papel foi curto nisso tudo, mas adorei ver aquele filho da p**a seguir direto para o inferno, com passagem só de ida! — Luís ralha, tomando um gole da sua bebida.

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