Abro a porta e me deparo com a sala totalmente vazia e silenciosa. O cheiro inebriante do perfume de Noah ainda paira no ar, e eu suspiro ao senti-lo invadir as minhas narinas. Deixo a minha bolsa em cima da mesa dele e me aconchego em uma das poltronas. Pego uma revista que está sobre a mesa de centro e folheio distraidamente, sem me importar com o que leio. Após alguns minutos, escuto a porta abrir e vejo Noah entrar. Ele está deslumbrante, usando um terno grafite e gravata vermelha. Ele abre um sorriso encantador ao me ver, revelando suas covinhas. Ao vê-lo assim, sinto um calor subir pela minha espinha e se concentrar entre as minhas pernas. “Talvez a ideia de Emma não seja tão ruim.” — Oi, amor! — Ele diz, vindo até mim e me dando um beijo carinhoso. — A que devo a honra da sua vis

